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Fonoaudióloga do Cemfor apresenta case de Sorriso em congresso internacional

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Professora formadora do Centro Municipal de Formação para Profissionais da Educação de Sorriso (Cemfor), a fonoaudióloga Daisy Polato de Miranda segue ministrando uma série de treinamentos a fonoaudiólogos que atuam na rede municipal, professores regentes e demais integrantes da comunidade escolar.

Em pauta, a atualização dos profissionais que atuam no dia-a-dia com as crianças a partir dos conhecimentos que Daisy renovou no 33 World Congress of the IALP, ou 33.º Congresso Internacional da Associação Internacional de Ciências da Comunicação e Distúrbios, em tradução livre, realizado de 24 a 28 de agosto, na cidade de St. Julians, em Malta, o arquipélago que fica no centro do Mediterrâneo, entre a Sicília (Itália) e a costa do Norte da África.

Mais que aprender algo novo, ou mesmo ressignificar algum saber que já fazia parte de seu repertório, Daisy também pode apresentar, como painelista, o trabalho de pesquisa que desenvolve em Sorriso, como ferramenta de seu mestrado, que está sendo cursado na Unifesp.

Ao lado de Daisy, estava o professor doutor da Unifesp, Aparecido José Couto Soares, um dos criadores do protocolo de observação do desenvolvimento da Linguagem (POD) e seu orientador na pesquisa. Daisy vem analisando, em seu estudo, 3.194 crianças de 0 a 5 anos, que são atendidas na rede municipal de Educação.

Daisy reforça que os primeiros cinco anos de vida são o marco essencial do desenvolvimento da linguagem, portanto, é fundamental o acompanhamento e a vigilância nesta etapa. É este o trabalho desenvolvido no Programa Comunicar, que integra o rol de programas desenvolvidos na Secretaria Municipal de Educação (Semed).

A coleta de dados foi realizada com a aplicação do Protocolo de Observação do Desenvolvimento (POD) em conjunto com os professores regentes de cada turma da rede municipal.

Na sequência, os dados foram compilados com auxílio de uma plataforma web, desenvolvida especialmente para o Programa Comunicar e que permite análise coletiva, seccionada e personalizada. A ferramenta apresenta todas as respostas individuais e coletivas de todas as crianças por escola, faixa etária, sexo e turma, possibilitando a verificação de parâmetros de enquadramento na curva de desenvolvimento definida pelo POD.

Entre os resultados, a constatação de que todas as faixas etárias analisadas apresentaram médias abaixo do desempenho esperado conforme descrito pelo POD. “A plataforma desenvolvida nos permite acompanhar este desenvolvimento das crianças e intervir sempre que necessário, dado que é fundamental contribuir para a promoção e proteção da saúde fonoaudiológica desde a mais tenra infância”, informa, lembrando que ficou evidente que o avanço da idade está diretamente relacionado ao desenvolvimento das linguagens receptivas e expressivas.

Daisy destacou ainda que, com a implantação do Programa Comunicar, é possível fazer o mapeamento do desenvolvimento infantil nas áreas de linguagem receptiva e expressiva e da habilidade motora oral e da alimentação, o que contribui diretamente para a fonoaudiologia educacional, possibilitando o desenvolvimento de ações coletivas realizadas com professores, pais e responsáveis.

“Por decorrência, o Programa Comunicar traz como resultado a potencialização do desenvolvimento das crianças, promoção da saúde e prevenção de agravos, à medida que permite identificar áreas de necessidade e direcionar as crianças para atendimento, o que beneficia o desenvolvimento linguístico dos alunos”.

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Sintra lembra que a melhor torcida é por uma cidade sempre limpa

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Coração acelerado, palpite no bolão, opinião sobre a escalação. Dia de jogo da seleção brasileira na Copa do Mundo de Futebol é dia movimentado. Mas a Prefeitura de Sorriso, em especial a equipe da Secretaria de Infraestrutura, Transporte e Saneamento (Sintra), lembra da importância de manter a cidade limpinha.

“Sabemos o quanto o futebol mexe com todos os brasileiros e esperamos que depois da comemoração, todos colaborem com a limpeza urbana, destinando os resíduos no lugar certo, principalmente aqueles que escolherem celebrar em espaços públicos, como a Avenida Blumenau, por exemplo”, solicita o titular da pasta, Milton Geller.

Para garantir cidade limpa independentemente do resultado, as equipes atuarão normalmente na limpeza urbana e farão apenas uma pausa nos 90 minutos de bola rolando, com a instalação de uma televisão na Garagem Municipal, que funciona na Sintra.

Como muitas pessoas que trabalham na Sintra por meio de contratações terceirizadas são naturais do Haiti, a expectativa é que haja festa, independentemente do resultado. Com bom-humor, Geller destaca que “ganhando ou perdendo, empatando ou goleando, manter a cidade limpa é condição fundamental para o bem-estar e a saúde das pessoas”.

Ahhhh!!!! A festa gerou muita latinha? Organize para dispor na reciclagem! Tem resíduo que parece lixo, mas ainda pode ter uma nova vida na indústria da reciclagem.

Tem alguma dúvida sobre a limpeza urbana? Acione o Eco Sorriso pelo 66 99603-7730. Outra opção é falar com a Sintra pelo 66 99690-1823.

Tem dúvida sobre o resultado de Brasil e Haiti? Aí é preciso aguardar até as 20h30!

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