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Polícia Civil prende autor de latrocínio de idoso em Lucas do Rio Verde

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Policiais civis da Delegacia de Lucas do Rio Verde (320 km ao norte de Cuiabá), prenderam, na sexta-feira (12.9), o autor do roubo seguido de morte que vitimou um idoso de 66 anos.

O suspeito, de 38 anos, foi autuado em flagrante pelos crimes de receptação, adulteração de sinal identificador de veículo automotor e resistência. Ele também responderá por latrocínio.

As diligências iniciaram após o idoso, Valmir Tozi, ser encontrado com ferimentos provocados por arma cortante ou perfurante e sem vida em sua residência, no dia 23 de agosto. No imóvel havia sinais de arrombamento, sendo subtraído o aparelho televisor e o celular do idoso.

Durante a investigação, os policiais civis identificaram um endereço onde o celular roubado da vítima estava. Diante dos fatos a equipe foi até o local, onde o morador que estava na posse do celular relatou que havia comprado o aparelho de um homem.

Em seguida os investigadores lograram êxito em localizar o homem conduzindo uma motocicleta sem placa. Imediatamente foi dado sinal de parada, porém o suspeito não acatou a ordem e tentou empreender fuga. No entanto, ele acabou perdendo o controle da moto, sofreu uma queda e acabou contido.

Na abordagem foi constatado que o veículo conduzido pelo suspeito era produto de furto ocorrido na cidade de Sorriso.

Ao ser questionado, ele acabou confessando o crime de roubo seguido de morte. O suspeito contou que depois de se desentender com o idoso em uma bar, decidiu ir até a casa da vítima, onde agrediu e matou a vítima.

Diante da flagrante de crime de adulteração de sinal identificador de veículo, receptação e resistência, ele foi conduzido até a Delegacia de Lucas do Rio Verde, onde foi interrogado e autuado. O suspeito também teve o mandado de prisão representado pelo crime de latrocínio.

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Sindicato cobra solução urgente para descontos de consignados

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A recente Operação Fugazi, deflagrada pela Polícia Federal (PF) contra fraudes bilionárias em empréstimos consignados, comprova o que o SINDSPPEN-MT e diversas outras entidades representativas do funcionalismo público de Mato Grosso denunciam há tempos.

Com a retomada recente dos descontos em folha, os valores cobrados dos servidores passaram a ser retidos e depositados em uma conta sob o controle direto do governo do Estado até que as investigações sejam concluídas. O SINDSPPEN-MT e as demais representações sindicais avaliam que, embora a medida impeça que o dinheiro chegue às empresas sob suspeita, ela não resolve o problema principal. Na prática, o funcionalismo público continua sofrendo o desconto mensal e vendo sua renda familiar minguar.

A ação da Polícia Federal dá força à cobrança coletiva por uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT). No entanto, as lideranças sindicais alertam que os trabalhadores não podem ficar esperando os ritos e prazos políticos do parlamento.

“Apoiamos as investigações e a instalação da CPI na Assembleia, mas precisamos ser realistas. Uma comissão parlamentar leva meses para apresentar resultados, e as parcelas são cobradas todo mês. O policial penal e todos os demais servidores precisam de uma solução agora. A geladeira não espera a conclusão de um relatório político”, pontua Lucivaldo Vieira de Sousa, presidente do SINDSPPEN-MT.

A demora para uma decisão definitiva sobre esses contratos tem empurrado milhares de profissionais de diferentes setores do Estado para o superendividamento.

Com a confirmação de que instituições que operavam no sistema do estado são alvo da Polícia Federal, as representações dos servidores defendem que o governo estadual utilize suas prerrogativas para anular os contratos considerados lesivos e abusivos.

A proposta das entidades é que o Estado não se limite a guardar o dinheiro descontado, mas sim que adote uma postura para suspender de vez as cobranças das operadoras investigadas. Essa medida deve garantir que nenhum trabalhador seja punido com restrições em seu nome ou juros adicionais durante o impasse judicial.

“Estamos lidando com a subsistência de pais e mães de família de todas as áreas do serviço público de Mato Grosso. O salário do servidor não pode continuar retido para alimentar uma disputa jurídica sem prazo para acabar. Queremos uma resposta rápida do Estado”, cobra a presidência do SINDSPPEN-MT.

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