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Polícia Civil prende irmãs que transportavam malas carregadas de entorpecentes em Cuiabá

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Duas irmãs que transportavam uma mala carregada de entorpecentes foram presas em flagrante pela Polícia Civil, na noite de domingo (31.8), em ação conjunta realizada pelos policiais da Delegacia Especializada de Repressão a Narcóticos com a Delegacia de Mirassol D’Oeste.

As irmãs foram autuadas em flagrante pelos crimes de tráfico interestadual de drogas e associação para o tráfico. As investigações apontam que as duas irmãs agiam como “mulas” do tráfico, ou seja, atuavam com transporte de entorpecentes entre diferentes Estados.

As investigações iniciaram iniciaram após uma equipe de Mirassol D’oeste receber informações sobre uma mala carregada de drogas do tipo “skunk”, conhecida como “supermaconha”, havia sido extraviada. A mala carregada com seis tabletes de entorpecentes foi apreendida com um terceiro de boa fé que encontrou a bagagem e acionou à Polícia.

Durante a apuração dos fatos, os policiais identificaram a passageira responsável pela bolsa e verificaram que ela vinha da cidade de Vilhena (RO) e já estaria em Cuiabá. As informações foram compartilhadas com a equipe da Denarc que imediatamente montou o cerco no terminal rodoviário.

Quando a suspeita se aproximou do guichê para efetuar a troca de sua mala e tentar resgatar da bagagem carregada de entorpecentes, recebeu a voz de prisão em flagrante dos policiais da Denarc.

Ao verificarem a lista de passageiros, os investigadores perceberam que a outra irmã estava no mesmo ônibus.

Diante dos fatos, os policiais se deslocaram ao hotel em que ambas as irmãs estavam hospedadas, ocasião em que encontraram outra mala carregada grande quantidade de entorpecentes, da mesma natureza da droga recuperada anteriormente.

Diante dos fatos, as duas irmãs foram conduzidas à Denarc, onde após serem interrogadas, foram autuadas em flagrante por tráfico interestadual de drogas e associação para o tráfico, sendo posteriormente encaminhadas para audiência de custódia à disposição da Justiça.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Operações miram “gateiros” para desarticular cadeia do furto de energia em Mato Grosso

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Ação conjunta entre a Energisa e forças de segurança atinge a base de quem executa a fraude e interrompe diversas ligações clandestinas de uma só vez

A Operação Energia Limpa, realizada pela Energisa Mato Grosso em conjunto com as forças de segurança do estado, já resultou em 70 prisões desde janeiro por envolvimento com furto de energia elétrica. Desse total, sete são de “gateiros”, como são conhecidos os responsáveis por executar tecnicamente as ligações clandestinas.

Um caso recente em Cuiabá ilustra essa dinâmica: um gateiro foi preso em flagrante enquanto realizava a fraude em um restaurante japonês, evidenciando que esse tipo de fraude também alcança estabelecimentos comerciais, mineradoras, residências etc.

O impacto dessas prisões vai além de um único flagrante. A cada gateiro preso, diversas ligações clandestinas deixam de existir, já que atuavam instalando fraudes para vários consumidores ao mesmo tempo.

As operações semanais, que já vem sendo realizadas nos últimos anos em Mato Grosso, tem como foco desarticular toda a cadeia do furto de energia: quem executa a fraude e quem se beneficia dela. Essa estratégia tem se mostrado eficaz para reduzir a reincidência e dificultar novas irregularidades.

“Quando a gente identifica e prende um gateiro, não estamos falando de uma única fraude. Estamos falando de várias irregularidades que deixam de acontecer ao mesmo tempo. Isso traz impacto direto na segurança da rede e na qualidade da energia para quem paga corretamente pela conta de luz”, afirma Luciano Lima, gerente de combate a perdas da Energisa Mato Grosso.

As ligações clandestinas sobrecarregam a rede elétrica, aumentam os riscos de curto-circuito, incêndios e acidentes graves, além de contribuírem diretamente para quedas e oscilações no fornecimento de energia.

A Operação Energia Limpa atua com inteligência e trabalho integrado entre concessionária e forças de segurança, cruzando informações técnicas e denúncias para localizar pontos de fraude e os responsáveis pelas ligações clandestinas. O furto de energia é crime previsto no Código Penal, com pena que pode chegar a quatro anos de reclusão.

A população pode denunciar de forma anônima pelo 190, 181 ou pelos canais oficiais da concessionária de energia.

WhatsApp (Gisa): (65) 99999-7974
Aplicativo Energisa On
Site: energisa.com.br
Call Center: 0800 646 4196

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