Polícia Federal
PF, PC E PM apreendem carga de mercadorias contrabandeadas em Foz do Iguaçu
Polícia Federal
Foz do Iguaçu/PR. Policiais federais, civis e militares conseguiram apreender, na madrugada desta quinta-feira (28/8), um carregamento de produtos contrabandeados, próxima ao Rio Paraná, com centenas de eletrônicos.
Por volta das 5h, foi identificada uma travessia de embarcação, proveniente do Paraguai, se aproximando da margem brasileira, próximo ao Marco das 3 Fronteiras. Ao chegar na margem brasileira, volumes foram descarregados e transportados para um veículo SUV que aguardava no local.
Diante da situação evidenciando crime transfronteiriço, com a aproximação das equipes policiais ao local da ocorrência, a embarcação empreendeu fuga em direção à margem paraguaia, em seguida os indivíduos que transportavam os volumes se dispersaram pela mata.
No veículo abandonado, um Mitsubishi ASX, havia 7 volumes contendo, aproximadamente, 720 smartphones e dezenas de cigarros eletrônicos. O veículo e a carga de eletrônicos foram apreendidos e encaminhados para a Receita Federal do Brasil para os procedimentos cabíveis.
Comunicação Social da Polícia Federal em Foz do Iguaçu/PR
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@pffoz
Fonte: Polícia Federal
Polícia Federal
Projeto que pune divulgação de imagens de vítimas de crimes e acidentes volta à Câmara
O Plenário do Senado aprovou nesta quarta-feira (15) o projeto de lei que criminaliza o registro e a divulgação não autorizada de imagens que identifiquem vítimas de crimes ou acidentes, assim como imagens de cadáveres.
O projeto (PL 1.242/2026), de autoria da deputada federal Laura Carneiro (PSD-RJ), recebeu parecer favorável do senador Marcelo Castro (MDB-PI).
Como o texto foi alterado no Senado, a matéria retornará à Câmara, onde teve origem, para nova análise.
A proposta altera o Código Civil para ampliar a proteção da honra e da imagem das vítimas. E também modifica o Código Penal para tipificar como crime a divulgação, sem justa causa, desse material.
O texto prevê exceções quando a divulgação for necessária para a Justiça, para atender a interesse público devidamente justificado ou quando houver o consentimento da vítima.
Além disso, a versão aprovada no Senado reduz a pena prevista na versão original do projeto para os crimes em questão. O texto que veio da Câmara previa reclusão de 1 a 3 anos, além de multa. O parecer de Marcelo Castro reduziu a pena para detenção de seis meses a dois anos, além de multa.
A previsão inicial é que essa matéria fosse votada pelo Plenário do Senado na quinta-feira (16), mas a votação foi antecipada em um dia pelo presidente da Casa, Davi Alcolumbre.
Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
Fonte: Agência Senado
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