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Polícia Militar prende homem em flagrante por tentativa de homicídio em Cáceres

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A Polícia Militar prendeu em flagrante um homem, de 31 anos, pelo crime de tentativa de homicídio e porte ilegal de arma de fogo, na manhã desta terça-feira (26.8), em Cáceres. Na ação, a PM apreendeu um revólver de calibre 38 e munições.

Por volta de 07h20, a equipe do 6º BPM recebeu informações sobre disparos de arma em um velório, na região do bairro Jardim Lucélia. No endereço, os policiais foram recebidos pela vítima, um homem de 26 anos, que afirmou que um homem chegou ao local em uma motocicleta e com uma arma de fogo.

A vítima relatou ainda que, ao ver a arma com o homem, avançou sobre o suspeito para tomar o objeto e evitar o crime, momento em que o atirador efetuou um disparo para cima e fugiu, em direção ao bairro São Lourenço, abandonando a motocicleta no local.

Diante das informações, os militares iniciaram diligências ao suspeito e localizaram o homem alguns metros depois do local do crime. O suspeito estava sem a arma de fogo, mas indicou a região onde teria jogado a arma, sendo encontrado o revólver carregado com quatro munições.

Ele recebeu voz de prisão e foi conduzido para a delegacia de Cáceres para registro da ocorrência e demais providências.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Fonte: PM MT – MT

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Sindicato cobra solução urgente para descontos de consignados

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A recente Operação Fugazi, deflagrada pela Polícia Federal (PF) contra fraudes bilionárias em empréstimos consignados, comprova o que o SINDSPPEN-MT e diversas outras entidades representativas do funcionalismo público de Mato Grosso denunciam há tempos.

Com a retomada recente dos descontos em folha, os valores cobrados dos servidores passaram a ser retidos e depositados em uma conta sob o controle direto do governo do Estado até que as investigações sejam concluídas. O SINDSPPEN-MT e as demais representações sindicais avaliam que, embora a medida impeça que o dinheiro chegue às empresas sob suspeita, ela não resolve o problema principal. Na prática, o funcionalismo público continua sofrendo o desconto mensal e vendo sua renda familiar minguar.

A ação da Polícia Federal dá força à cobrança coletiva por uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT). No entanto, as lideranças sindicais alertam que os trabalhadores não podem ficar esperando os ritos e prazos políticos do parlamento.

“Apoiamos as investigações e a instalação da CPI na Assembleia, mas precisamos ser realistas. Uma comissão parlamentar leva meses para apresentar resultados, e as parcelas são cobradas todo mês. O policial penal e todos os demais servidores precisam de uma solução agora. A geladeira não espera a conclusão de um relatório político”, pontua Lucivaldo Vieira de Sousa, presidente do SINDSPPEN-MT.

A demora para uma decisão definitiva sobre esses contratos tem empurrado milhares de profissionais de diferentes setores do Estado para o superendividamento.

Com a confirmação de que instituições que operavam no sistema do estado são alvo da Polícia Federal, as representações dos servidores defendem que o governo estadual utilize suas prerrogativas para anular os contratos considerados lesivos e abusivos.

A proposta das entidades é que o Estado não se limite a guardar o dinheiro descontado, mas sim que adote uma postura para suspender de vez as cobranças das operadoras investigadas. Essa medida deve garantir que nenhum trabalhador seja punido com restrições em seu nome ou juros adicionais durante o impasse judicial.

“Estamos lidando com a subsistência de pais e mães de família de todas as áreas do serviço público de Mato Grosso. O salário do servidor não pode continuar retido para alimentar uma disputa jurídica sem prazo para acabar. Queremos uma resposta rápida do Estado”, cobra a presidência do SINDSPPEN-MT.

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