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Polícia Civil prende homem que roubo e agrediu idoso em Canarana

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Um homem que roubou um idoso e o agrediu brutalmente em Canarana foi preso pela Polícia Civil na quinta-feira (21/08), no município de Ribeirão Cascalheira, em uma ação para cumprimento de mandado judicial.

O procurado, de 29 anos, estava com a prisão temporária decretada pela Justiça. O suspeito foi preso pela equipe da Delegacia de Ribeirão Cascalheira após troca de informações com a Delegacia de Canarana.

As investigações começaram logo após o roubo. Os policiais civis de Canarana passaram a diligenciar e conseguiram identificar o autor, contra quem foi representada a ordem de prisão pela Polícia Civil e deferida pelo Poder Judiciário.

Diante da ordem judicial, a equipe apurou que o foragido estava na região de Ribeirão Cascalheira, razão pela qual os policiais civis da cidade foram acionados para dar apoio à prisão.

Após ser preso em Ribeirão Cascalheira, o suspeito foi encaminhado à Delegacia de Canarana para as providências cabíveis. Posteriormente, ele foi levado à Penitenciária de Água Boa, onde permanecerá à disposição da Justiça.

O crime

No dia 16 de agosto, o suspeito invadiu a residência de um idoso de 75 anos, no Distrito da Matinha, município de Canarana.

Durante o roubo, a vítima foi brutalmente agredida, além de ser atingida por um golpe de faca no braço e mantida trancada dentro de um cômodo da casa.

Do local foram subtraídos uma arma de fogo, um veículo, entre outros pertences. O automóvel do idoso foi abandonado após o crime nas proximidades do distrito.

A Polícia Civil reforça seu compromisso no combate à criminalidade e na proteção da sociedade, garantindo a responsabilização dos autores de crimes violentos e assegurando justiça às vítimas.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia Civil prende suspeito de matar mulher trans em Nova Mutum

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A Polícia Civil prendeu, nesta segunda-feira (22.6), um homem, de 35 anos, suspeito de feminicídio contra a mulher trans Betina Barros, 33 anos, encontrada morta no dia 03 de dezembro de 2025, em Nova Mutum.

O suspeito foi localizado e preso pela equipe da Delegacia de Roubos e Furtos (Derf) de Nova Mutum em seu local de trabalho, um canteiro de obras na zona rural da cidade, e não resistiu à prisão. Também foi cumprido um mandado de busca e apreensão na casa em que o investigado está morando.

O crime

Betina foi contratada para um programa sexual, em uma plataforma digital, no fim da noite do dia 1º de dezembro de 2025, e depois disso não foi mais vista.

A irmã dela registrou um boletim de ocorrência na manhã do dia 03 de dezembro informando sobre o desaparecimento, assim como da motocicleta da vítima, uma Honda Biz 125 branca.

A Polícia Civil iniciou as buscas pela vítima e no mesmo dia, cerca de 9 horas depois, o corpo de Betina foi encontrado em uma região próxima a uma faculdade, em Nova Mutum, já em estado de decomposição. A perícia apontou que a causa da morte foi traumatismo cranioencefálico provocado por projétil de arma de fogo.

A motocicleta da vítima foi localizada em uma estrada vicinal próxima ao corpo. Dentro do bagageiro do veículo, foi localizada a bolsa dela, com documentos, cartões e dinheiro. Apenas o celular de Betina foi levado.

“Os primeiros elementos apontaram que a vítima foi atraída para o local isolado sob o pretexto de um encontro profissional previamente ajustado por meio de plataformas digitais. O cenário do crime, meticulosamente examinado, apresentava características que permitiram descartar, de imediato, a hipótese de um latrocínio patrimonial clássico”, afirmou o delegado Jean Paulo Ferreira, responsável pela investigação.

Investigação

Após a localização do corpo, a equipe da Derf de Nova Mutum deu início às investigações do caso e localizou duas outras mulheres trans que haviam recebido mensagens de um mesmo número na noite do crime, no mesmo horário que a vítima foi contratada.

Segundo as testemunhas, o homem demonstrava urgência e insistia que o encontro acontecesse em um local isolado. Com medo, ambas negaram a realização do programa por questão da segurança. O local proposto batia com a cena do crime.

A Polícia Civil levantou o nome que o número utilizado para falar com as três mulheres estava registrado e chegou ao suspeito e seu endereço. O suspeito foi ouvido, mas alegou que esse número já não o pertencia. Como o número realmente estava desativado, ele foi liberado.

No entanto, as investigações continuaram e a equipe da Derf de Nova Mutum tentou intimá-lo para ser ouvido. Mas, ao chegar na casa, ele fugiu pelos fundos. Diante da evasão suspeita, os policiais entraram na casa e apreenderam um celular e uma caixa de arma vazia, que poderia ter relação com a usada no crime.

Em continuidade das investigações, foram localizadas câmeras que mostram o suspeito em situações suspeitas na madrugada do dia 02, momentos logo após o crime. Uma delas foi lavando exaustivamente os pneus de sua motocicleta, o que sugere a tentativa de eliminar resíduos de solo e vegetação da cena do crime.

No dia 04 ele também procurou uma empresa e pediu que seu celular fosse totalmente redefinido e ficasse “limpo e sem nada”, visando apagar evidências telemáticas que o vinculassem ao crime.

A investigação também chegou ao perfil do suspeito na plataforma utilizada para contratar o programa sexual, onde ele havia se cadastrado expressamente na categoria “mulher-trans”. Foi por meio desse site que ele contatou a vítima e as outras duas mulheres. Após o crime ele também tentou excluir o perfil na plataforma.

Prisão

Diante de todos os elementos encontrados, o delegado Jean Paulo Ferreira representou pelos mandados de prisão temporária e de busca e apreensão domiciliar e pela autorização judicial para coleta de material genético do suspeito, que foram deferidos pela Justiça e cumpridos na manhã desta segunda-feira (22.06), em Nova Mutum.

As investigações continuam para apontar a motivação do crime.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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