Política
Deputado Wilson Santos reforça apoio à UFMT em ato público
Política
Com dois cursos superiores concluídos na Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), o deputado estadual Wilson Santos (PSD) participou do ato público em defesa da Instituição, realizado nesta quinta-feira (21), no campus de Cuiabá. A mobilização reuniu docentes, discentes, pesquisadores e profissionais formados pela instituição pública, em reconhecimento ao papel da universidade como patrimônio de Mato Grosso e referência em ensino, pesquisa e extensão no âmbito regional, nacional e internacional.
“Fiz questão de comparecer aqui, no campus da minha universidade. Tudo que eu conquistei devo à UFMT, onde cursei Ciências e Direito. Aqui, também atuei no movimento estudantil, que foi a porta de entrada para minha trajetória política. Tenho orgulho dessa instituição e defendo que sejam fortalecidas as parcerias entre a universidade e o poder público, para que possamos avançar em soluções e projetos que tragam grandes resultados para Cuiabá e para todo o estado. Aqui está o maior conjunto de cérebros privilegiados de Mato Grosso: doutores, mestres e pós-doutores”, ressaltou o parlamentar.
A campanha “Eu tenho orgulho da UFMT” foi organizada por profissionais formados pela instituição, que destacaram a importância de preservar e valorizar a universidade pública, gratuita e de qualidade. Durante o ato, também foi solicitado o apoio do poder público em geral para contribuir com melhorias em áreas como transporte, saúde e políticas públicas voltadas à juventude.
Fonte: ALMT – MT
Política
Comarca de São Félix troca copos plásticos por canecas e fortalece cultura de sustentabilidade
Uma mudança simples na rotina de trabalho vai gerar impactos positivos para o meio ambiente e para a economia de recursos públicos na Comarca de São Félix do Araguaia (1073km de Cuiabá). O diretor do Fórum, juiz Raphael Alves Oldemburg, decidiu eliminar o uso de copos plásticos descartáveis na unidade. Para isso, mandou confeccionar, com recursos próprios, 45 canecas, que já foram distribuídas a servidores, assessores, estagiários, colaboradores e demais profissionais que atuam diariamente no fórum.A iniciativa nasceu da observação do consumo frequente de copos descartáveis na comarca. Segundo o magistrado, muitas pessoas utilizavam de três a quatro copos por dia, mesmo possuindo recipientes próprios em suas mesas de trabalho.
“Em uma conta básica, percebemos que o consumo supera a casa de dezenas de milhares de copos ao ano em nossa unidade, considerando o público interno e externo. A adoção de canecas por todos que integram nosso dia a dia promove a proteção ao meio ambiente, a economia de recursos públicos e a promoção da saúde daqueles que participam das atividades do Fórum”, destaca o juiz.
Atendimento mantido
Além da substituição dos copos plásticos para a equipe, o público que procura a comarca continuará sendo atendido normalmente. No lugar dos descartáveis, estarão disponíveis copos de vidro e xícaras de porcelana, em local de fácil acesso, próximo aos bebedouros. A unidade também solicitará ao Tribunal o envio de mais utensílios para atender a demanda.A mudança passa a valer imediatamente, com a interrupção do fornecimento de copos plásticos na comarca. Entre os benefícios esperados estão a redução quase total dos resíduos gerados pela unidade, a diminuição do consumo de água e energia utilizados na fabricação dos descartáveis e o incentivo a hábitos mais sustentáveis no ambiente de trabalho.
De acordo com o juiz Raphael Alves Oldemburg, a iniciativa também está alinhada à Resolução nº 400 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que trata da política de sustentabilidade no Poder Judiciário, e aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) 12 e 13 da Agenda 2030 da ONU.Para o magistrado, a preservação ambiental começa com atitudes simples do cotidiano. “Incentivar a opção da caneca ao plástico, notadamente em comarcas de pequeno porte, é uma forma de agregar valores de sustentabilidade ambiental ao serviço do Poder Judiciário. Além de exercer em concreto a responsabilidade ético-ambiental dentro do Sistema de Justiça, trata-se de uma forma de reafirmarmos o compromisso de proteção e respeito ao meio ambiente, que começa, em certa medida, na palma da nossa mão todos os dias”, conclui
Autor: Roberta Penha
Fotografo:
Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT
Email: [email protected]
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