Polícia
Polícia Civil prende jovem que promovia facção e comercializava drogas por meio de redes sociais em Sinop
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Um jovem de 18 anos, investigado pelos crimes de tráfico de drogas e por integrar organização criminosa, teve o mandado de prisão preventiva cumprido pela Polícia Civil, nesta quarta-feira (20.8), após investigações conduzidas pela Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) de Sinop.
O jovem, alvo de investigação da Derf de Sinop desde 2024, utilizava as redes sociais para ostentar armas de fogo, comercializar entorpecentes e enaltecer a facção criminosa, que fazia parte.
As investigações da Derf Sinop após o prédio do Fórum da Comarca ser alvo de pichação com símbolos da facção, em um ato interpretado como tentativa de represália ao Poder Judiciário. Os suspeitos foram identificados e detidos e durante interrogatório, um deles revelou a participação do seu comparsa, que à época era menor de idade, com apenas 17 anos.
Por meio do monitoramento sistêmico da atuação de facções criminosas em Sinop, apurou-se que o suspeito fazia uso recorrente das redes sociais para ostentar armas de fogo, promover o comércio de entorpecentes e enaltecer publicamente a facção criminosa.
Com base nos elementos reunidos durante as investigações, foi representado pela prisão preventiva e pelo mandado de busca e apreensão domiciliar contra o suspeito, que foram deferidos pela Justiça. Na ação policial realizada nesta quarta-feira, os investigadores localizaram o suspeito e deram cumprimento à ordem judicial, encerrando uma etapa crucial das investigações.
Segundo o delegado da Derf, Thiago Bergues, a prisão do faccionado representa mais um importante resultado da atuação constante e estratégica da Polícia Civil no enfrentamento à criminalidade em Sinop.
“Por meio do monitoramento permanente das organizações criminosas, investigações qualificadas e operações direcionadas, a Polícia Civil reafirma seu compromisso com a redução da criminalidade e a promoção da Segurança Pública”, disse o delegado.
Fonte: Policia Civil MT – MT
Polícia
Operações miram “gateiros” para desarticular cadeia do furto de energia em Mato Grosso
Ação conjunta entre a Energisa e forças de segurança atinge a base de quem executa a fraude e interrompe diversas ligações clandestinas de uma só vez
A Operação Energia Limpa, realizada pela Energisa Mato Grosso em conjunto com as forças de segurança do estado, já resultou em 70 prisões desde janeiro por envolvimento com furto de energia elétrica. Desse total, sete são de “gateiros”, como são conhecidos os responsáveis por executar tecnicamente as ligações clandestinas.
Um caso recente em Cuiabá ilustra essa dinâmica: um gateiro foi preso em flagrante enquanto realizava a fraude em um restaurante japonês, evidenciando que esse tipo de fraude também alcança estabelecimentos comerciais, mineradoras, residências etc.
O impacto dessas prisões vai além de um único flagrante. A cada gateiro preso, diversas ligações clandestinas deixam de existir, já que atuavam instalando fraudes para vários consumidores ao mesmo tempo.
As operações semanais, que já vem sendo realizadas nos últimos anos em Mato Grosso, tem como foco desarticular toda a cadeia do furto de energia: quem executa a fraude e quem se beneficia dela. Essa estratégia tem se mostrado eficaz para reduzir a reincidência e dificultar novas irregularidades.
“Quando a gente identifica e prende um gateiro, não estamos falando de uma única fraude. Estamos falando de várias irregularidades que deixam de acontecer ao mesmo tempo. Isso traz impacto direto na segurança da rede e na qualidade da energia para quem paga corretamente pela conta de luz”, afirma Luciano Lima, gerente de combate a perdas da Energisa Mato Grosso.
As ligações clandestinas sobrecarregam a rede elétrica, aumentam os riscos de curto-circuito, incêndios e acidentes graves, além de contribuírem diretamente para quedas e oscilações no fornecimento de energia.
A Operação Energia Limpa atua com inteligência e trabalho integrado entre concessionária e forças de segurança, cruzando informações técnicas e denúncias para localizar pontos de fraude e os responsáveis pelas ligações clandestinas. O furto de energia é crime previsto no Código Penal, com pena que pode chegar a quatro anos de reclusão.
A população pode denunciar de forma anônima pelo 190, 181 ou pelos canais oficiais da concessionária de energia.
WhatsApp (Gisa): (65) 99999-7974
Aplicativo Energisa On
Site: energisa.com.br
Call Center: 0800 646 4196
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