Várzea Grande
Prefeitura executa serviços de tapa-buraco em vários bairros de Várzea Grande
Várzea Grande
A Prefeitura de Várzea Grande, por meio da Secretaria de Viação e Obras, segue reforçando os trabalhos de tapa-buraco, com o objetivo de deixar as ruas mais seguras e preparadas para o período chuvoso, priorizando os locais onde existem registros de alagamentos.
Na última semana, as equipes atuaram nas regiões da Construmat, Alameda, Vila Alegre e Vila Sadia, finalizando essa etapa na segunda-feira. Agora, os trabalhos já começaram na região da Manga.
No Residencial Júlio Domingo de Campos a primeira etapa do serviço está sendo finalizada, e a previsão é que a segunda etapa seja concluída até quarta-feira da próxima semana.
As ações seguem conforme o cronograma da Secretaria, com equipes atuando em diversas regiões para recuperar ruas e calçadas que ficaram anos sem manutenção. A Prefeitura reforça que está trabalhando dentro de um plano de prioridades, atendendo primeiro os casos emergenciais para garantir mais segurança e mobilidade à população.
Segundo o secretário de Viação e Obras, Celso Pereira, “essas ações são essenciais para garantir que nossas ruas estejam em boas condições antes do período chuvoso. Estamos trabalhando de forma organizada, seguindo um cronograma, e priorizando os locais com maior necessidade. A população vai perceber melhorias significativas nas próximas semanas.”
Várzea Grande
Polícia Federal investiga grupo suspeito de fraudes com crédito consignado e cumpre 13 mandados
A Polícia Federal deflagrou, nesta terça-feira (15), a Operação Fugazi para aprofundar as investigações sobre um grupo econômico suspeito de aplicar fraudes por meio de operações de crédito consignado e cartão de crédito consignado. Segundo a PF, o esquema teria causado prejuízos a servidores públicos, aposentados e pensionistas.
Ao todo, estão sendo cumpridos 13 mandados de busca e apreensão nos estados de São Paulo e do Rio Grande do Sul. As ordens judiciais foram expedidas pela Justiça Federal em Mato Grosso.
Além das buscas, a Justiça determinou o sequestro de bens móveis e imóveis, bem como o bloqueio de valores e ativos financeiros dos investigados.
De acordo com a investigação, há indícios de que empresas ligadas ao grupo tenham estruturado operações financeiras apresentadas aos consumidores como cartão de crédito consignado, mas que, na prática, funcionariam como empréstimos consignados com taxas de juros elevadas.
A Polícia Federal apura ainda se o modelo utilizado dificultava a quitação das dívidas pelos clientes, podendo provocar o aumento do saldo devedor ao longo do contrato.
As investigações também envolvem a apuração de possíveis crimes contra o Sistema Financeiro Nacional e indícios de lavagem de dinheiro, sem prejuízo da identificação de outros delitos que possam surgir no decorrer da apuração.
Segundo a PF, as medidas cautelares têm como objetivo reunir novas provas, rastrear a movimentação dos recursos financeiros e esclarecer a participação de cada um dos investigados no suposto esquema.
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