Várzea Grande
Prefeita, secretária e presidente da Câmara visitam instalações do novo Legislativo várzea-grandense
Várzea Grande
Apresentação das novas instalações será às 10h30 desta quinta-feira, dia 31 de julho
Acompanhando desde início o trâmite de cessão do espaço para transformá-lo na nova sede da Câmara Municipal de Várzea Grande, a prefeita Flávia Moretti (PL) e a secretária de Governo, Carol Mello, visitam nesta quinta-feira (31), as obras da nova casa do Legislativo Municipal. As obras iniciaram ainda no mês de maio e em tempo recorde foram concluídas antes do início do recesso do segundo semestre dos parlamentares.
A visita acontecerá às 10h30 e contará com a presença do presidente do parlamento, Wanderley Cerqueira (MDB), bem como dos demais vereadores, que foram convidados pela prefeitura.
O local, que foi completamente transformado, era destinado ao antigo Fórum do Município – que hoje se concentra no bairro Chapéu do Sol – e serviu temporariamente para a Guarda Municipal.
Antes que a Câmara Municipal ganhasse a nova instalação, a Prefeitura de Várzea Grande precisou ceder o espaço, de forma gratuita, sem ônus incidente sobre o imóvel, pelo prazo de 20 anos, podendo ser prorrogada por prazo igual ou diferente, desde que persista o interesse público.
Até junho, o Legislativo concentrava as atividades em um prédio alugado, na Avenida Alzira Santana, sob custo mensal de R$ 61 mil.
Várzea Grande
Polícia Federal investiga grupo suspeito de fraudes com crédito consignado e cumpre 13 mandados
A Polícia Federal deflagrou, nesta terça-feira (15), a Operação Fugazi para aprofundar as investigações sobre um grupo econômico suspeito de aplicar fraudes por meio de operações de crédito consignado e cartão de crédito consignado. Segundo a PF, o esquema teria causado prejuízos a servidores públicos, aposentados e pensionistas.
Ao todo, estão sendo cumpridos 13 mandados de busca e apreensão nos estados de São Paulo e do Rio Grande do Sul. As ordens judiciais foram expedidas pela Justiça Federal em Mato Grosso.
Além das buscas, a Justiça determinou o sequestro de bens móveis e imóveis, bem como o bloqueio de valores e ativos financeiros dos investigados.
De acordo com a investigação, há indícios de que empresas ligadas ao grupo tenham estruturado operações financeiras apresentadas aos consumidores como cartão de crédito consignado, mas que, na prática, funcionariam como empréstimos consignados com taxas de juros elevadas.
A Polícia Federal apura ainda se o modelo utilizado dificultava a quitação das dívidas pelos clientes, podendo provocar o aumento do saldo devedor ao longo do contrato.
As investigações também envolvem a apuração de possíveis crimes contra o Sistema Financeiro Nacional e indícios de lavagem de dinheiro, sem prejuízo da identificação de outros delitos que possam surgir no decorrer da apuração.
Segundo a PF, as medidas cautelares têm como objetivo reunir novas provas, rastrear a movimentação dos recursos financeiros e esclarecer a participação de cada um dos investigados no suposto esquema.
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