Política
Deputado Thiago Silva apresenta projeto para criar semana em homenagem aos líderes comunitários
Política
O deputado estadual Thiago Silva (MDB) é autor do Projeto de Lei 1868/2024, que visa a criação da Semana do Movimento Comunitário no estado. O projeto está apto para votação na Assembleia Legislativa de Mato Grosso desde junho de 2025.
“Sabemos da importância do trabalho árduo e coletivo desempenhado pelos presidentes de bairros e líderes comunitários e o nosso intuito é que o estado crie uma semana dedicada para prestar homenagens e ressaltar as ações desenvolvidas por esses comunitários em suas cidades e distritos”, afirmou o deputado, que atuou como presidente de bairro, em Rondonópolis, até 2012.
A Semana do Movimento Comunitário, a ser celebrada no início de junho, tem como objetivo fomentar a participação popular por meio de atividades sociais, culturais, educacionais e esportivas. A iniciativa busca também promover a integração e o fortalecimento das associações comunitárias, incentivar o debate sobre políticas públicas que beneficiem as comunidades locais e valorizar as ações e projetos desenvolvidos em benefício dessas populações.
“A Semana do Movimento Comunitário é uma oportunidade para promover a cidadania e o voluntariado, reforçando a importância do engajamento comunitário para a construção de uma sociedade mais justa e solidária”, disse a presidente da União Rondonopolitana de Associações de Moradores de Bairros (URAMB), Nilza Sirqueira.
Com a aprovação do projeto, poderão ser realizadas palestras e debates sobre temas de interesse comunitário, oficinas e workshops de capacitação para líderes comunitários, apresentações culturais e esportivas, além de feiras de serviços e produtos das comunidades.
Para a efetivação do projeto e realização das atividades, o Governo do Estado poderá contar com parcerias das prefeituras, da FEMAB (Federação Mato-grossense das Associações de Moradores de Bairros), das uniões do movimento comunitário, associações comunitárias, organizações não governamentais, empresas privadas e demais entidades interessadas.
Fonte: ALMT – MT
Política
Gisela deixa cargo em secretaria em aberto e condiciona decisão à transição
A vice-governadora eleita de Mato Grosso, Gisela Simona (União Brasil), ainda não definiu qual será sua função na próxima gestão de Otaviano Pivetta (Republicanos). Ela não descarta assumir uma secretaria estadual, mas afirma que qualquer decisão dependerá da análise das necessidades do governo durante o período de transição.
Em entrevista ao programa Roda de Entrevista, Gisela explicou que uma comissão deverá avaliar o funcionamento das pastas, identificar os resultados positivos e apontar os setores que precisam de mudanças. O trabalho deve começar após o segundo turno das eleições presidenciais.
Segundo ela, a proposta é contribuir para a construção de uma administração alinhada ao perfil de Pivetta, considerando os resultados alcançados nos últimos anos e os desafios que ainda precisam ser enfrentados.
“Diante desse levantamento, que vou estar junto a essa comissão, é que a gente vai definir onde a gente pode ser mais importante para a governança”, afirmou.
Embora tenha defendido maior protagonismo durante a campanha, Gisela adotou cautela ao falar sobre a possibilidade de comandar uma secretaria. A vice-governadora eleita ressaltou que não há, até o momento, um acordo fechado sobre a função que poderá exercer além das atribuições próprias do cargo.
Ao comentar a experiência de Pivetta como vice-governador de Mauro Mendes, Gisela destacou que ele conseguiu contribuir com a administração sem necessariamente assumir o comando de uma pasta. Para ela, a atuação na próxima gestão deverá considerar as características de cada integrante do Executivo.
“Às vezes pode ser que, diante da transição e diante do que a gente observar, pode ser que seja necessário, mas não tem nada construído ainda”, declarou.
Gisela foi escolhida para compor a chapa de Pivetta após mudanças nas articulações políticas que antecederam a eleição. A futura vice-governadora afirmou que pretende participar da avaliação da máquina pública antes de definir como poderá colaborar com a nova administração.
A composição do secretariado e a distribuição das funções no governo, portanto, seguem em aberto. A expectativa é que as definições avancem após o diagnóstico da equipe de transição, levando em conta as prioridades e as necessidades identificadas em cada área.
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