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Polícia Militar apreende dois adolescentes faccionados por tráfico de drogas

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Policiais militares do Grupo de Apoio (GAP) do 5º Batalhão apreenderam dois adolescentes faccionados, ambos de 17 anos, por tráfico ilícito de drogas, na noite desta sexta-feira (18.7), em Barra do Garças. Na ação, a PM apreendeu tablete e porções grandes de drogas, rádios comunicadores e um simulacro de arma de fogo.

A equipe do GAP estava em patrulhamento pela Operação Tolerância Zero quando flagrou um grupo de pessoas fazendo uso de entorpecentes na frente de uma residência. Os policiais iniciaram abordagem e conseguiram deter os dois adolescentes, enquanto um terceiro suspeito conseguiu fugir.

No momento da abordagem, os suspeitos quebraram celulares. Já dentro da casa, os militares encontraram dois rádios comunicadores e porções grandes de substâncias análogas a maconha e cocaína.

Questionados sobre o material, o suspeito masculino revelou fazer a venda de drogas na região e que em sua casa, em outro endereço, havia mais entorpecentes guardados.

Os policiais se deslocaram para o segundo endereço para buscas e encontraram um tablete de pasta base de cocaína e outras porções de drogas, além de materiais para embalagem dos entorpecentes e um simulacro de arma de fogo. Os materiais estavam escondidos no quintal da residência.

Os dois adolescentes detidos receberam voz de prisão e foram conduzidos até a delegacia de Barra do Garças, com todo o material apreendido, para registro da ocorrência e demais providências.

Fonte: PM MT – MT

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Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri

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Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.

Fonte: Ministério Público MT – MT

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