Polícia Federal
FICCO/MG prende foragido da Justiça condenado por extorsão mediante sequestro
Polícia Federal
Belo Horizonte/MG. Nesta sexta-feira (18/7), a Força Integrada de Combate ao Crime Organizado de Minas Gerais (FICCO/MG) efetuou a prisão de um homem que se encontrava foragido da Justiça do Espírito Santo.
O homem, de 57 anos, foi abordado em um hotel em Belo Horizonte/MG, depois de permanecer por mais de sete anos foragido da Justiça. Ele viveu por anos no exterior e teve seu nome incluído em difusão vermelha da Interpol. Após o seu retorno para o Brasil neste mês de julho ele foi encontrado em Belo Horizonte.
Foi constatado que o foragido possuía em seu desfavor um mandado de prisão expedido pela 2ª Vara Criminal de Vitória/ES, decorrente de condenação transitada em julgado a 28 anos e seis meses de prisão em regime fechado pela prática dos crimes de extorsão mediante sequestro, associação criminosa e extorsão.
Diante dos fatos, o homem foi encaminhado para a Superintendência Regional da PF em Belo Horizonte para adoção das providências de polícia judiciária decorrentes.
O trabalho integrado e em conjunto reafirma o compromisso das forças de Segurança Pública no combate ao crime organizado e no cumprimento das decisões judiciais.
A FICCO/MG é coordenada pela Polícia Federal e composta pelas polícias Civil, Militar e Penal, e atua de forma descentralizada em todo o estado de Minas Gerais no combate à criminalidade violenta e organizada.
Comunicação Social da Polícia Federal em Minas Gerais
[email protected] | @pfminasgerais
(31) 3168-6341/42
Fonte: Polícia Federal
Polícia Federal
Izalci critica acordo para salvar BRB e cobra apuração de prejuízos
Em pronunciamento no Plenário na terça-feira (9), o senador Izalci Lucas (PL-DF) criticou o acordo para salvar o BRB (Banco de Brasília) e afirmou que os custos da operação serão transferidos à população do Distrito Federal. De acordo com o senador, o Governo do Distrito Federal assumirá obrigações financeiras por até 15 anos para fazer frente aos prejuízos decorrentes de investimentos realizados pela instituição na tentativa de compra do Banco Master, barrada pelo Banco Central.
Segundo Izalci, o acordo prevê um aporte de R$ 8,8 bilhões no banco, valor que, segundo seus cálculos, é incompatível com o patrimônio atual do BRB. O senador também afirmou que ainda existem incertezas sobre a recuperação de parte dos ativos envolvidos na operação e questionou a falta de acesso a relatórios de auditoria produzidos para analisar as operações do banco.
— Estamos investindo R$ 8 bilhões num patrimônio que hoje vale R$ 3 bilhões. Isso sem considerar, ou considerando, que realmente os R$ 8 bilhões vão resolver o problema, e não vão, vão simplesmente pagar o prejuízo dessa roubalheira toda que foi feita — declarou.
O senador também criticou a utilização de recursos públicos para viabilizar o acordo e afirmou que o comprometimento de receitas futuras poderá impactar investimentos em áreas como saúde, educação e segurança pública no Distrito Federal. Na avaliação de Izalci, a destinação de recursos para cobrir os prejuízos poderá restringir a capacidade do governo local de ampliar gastos e investimentos nessas áreas nos próximos anos.
Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
Fonte: Agência Senado
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