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PF prende membros de grupo investigado por tráfico de drogas e armas

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Barra do Garças/MT. A Polícia Federal deflagrou nesta terça-feira, 15/7, em Cuiabá, Várzea Grande e Sorriso/MT, a terceira fase da operação Escamotes, que investiga um grupo suspeito de realizar o envio de entorpecentes e armas de fogo para Goiás, Bahia e Rio de Janeiro. O material era enviado em fundos falsos, produzidos em veículos alugados partindo de Mato Grosso.

A PF cumpre sete mandados de busca e apreensão e quatro de prisão preventiva, expedidos pela 1a. Vara Criminal de Barra do Garças/MT. As ordens são cumpridas em desfavor de laranjas, transportadores, intermediadores e encomendadores dos entorpecentes.

Além das prisões preventivas e buscas e apreensões, foram determinados os bloqueios judiciais de contas bancárias pertencentes a membros do grupo criminoso e de suas empresas, além de serem quebrados os sigilos financeiros, bancários e fiscais.

A primeira fase foi deflagrada em maio de 2024, sendo cumpridas as prisões de líderes do grupo criminoso e transportadores dos entorpecentes e armas de fogo. Já na segunda fase, foram cumpridos mandados de prisão e busca e apreensão em desfavor de financiadores e gerenciadores do grupo investigado.

Com a deflagração da terceira fase, já são 15 membros do grupo presos preventivamente e diversos bens, veículos, imóveis e valores apreendidos, descapitalizando o crime organizado.

Comunicação Social da Polícia Federal em Mato Grosso
Contato: (65) 99218-6164
E-mail: [email protected]

Fonte: Polícia Federal

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Projeto que pune divulgação de imagens de vítimas de crimes e acidentes volta à Câmara

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O Plenário do Senado aprovou nesta quarta-feira (15) o projeto de lei que criminaliza o registro e a divulgação não autorizada de imagens que identifiquem vítimas de crimes ou acidentes, assim como imagens de cadáveres.

O projeto (PL 1.242/2026), de autoria da deputada federal Laura Carneiro (PSD-RJ), recebeu parecer favorável do senador Marcelo Castro (MDB-PI).

Como o texto foi alterado no Senado, a matéria retornará à Câmara, onde teve origem, para nova análise.

A proposta altera o Código Civil para ampliar a proteção da honra e da imagem das vítimas. E também modifica o Código Penal para tipificar como crime a divulgação, sem justa causa, desse material.

O texto prevê exceções quando a divulgação for necessária para a Justiça, para atender a interesse público devidamente justificado ou quando houver o consentimento da vítima.

Além disso, a versão aprovada no Senado reduz a pena prevista na versão original do projeto para os crimes em questão. O texto que veio da Câmara previa reclusão de 1 a 3 anos, além de multa. O parecer de Marcelo Castro reduziu a pena para detenção de seis meses a dois anos, além de multa.

A previsão inicial é que essa matéria fosse votada pelo Plenário do Senado na quinta-feira (16), mas a votação foi antecipada em um dia pelo presidente da Casa, Davi Alcolumbre.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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