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Saúde do colaborador: custo ou investimento?

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*Soraya Simioni

Em um mercado cada vez mais competitivo e dinâmico, cuidar da saúde dos colaboradores deixou de ser apenas um diferencial e passou a ser uma necessidade estratégica para empresas de todos os portes. A ausência de um plano de saúde ou de alternativas eficientes de atendimento médico impacta diretamente na produtividade, na motivação e até na permanência dos profissionais nas organizações. Em contrapartida, investir em cuidados com a saúde demonstra valorização do capital humano, reduz afastamentos e eleva a confiança da equipe.

Entretanto, muitas empresas, especialmente as de pequeno e médio porte, enfrentam dificuldades para arcar com os custos de planos de saúde tradicionais. Outras, mesmo oferecendo convênios, sofrem com o aumento da coparticipação e da sinistralidade. Nesse contexto, soluções acessíveis, ágeis e personalizadas, como serviços de atendimento pré-hospitalar e orientação médica 24h, vêm ganhando espaço como alternativas viáveis e eficazes.

A saúde dos funcionários não deve ser vista apenas como um gasto, mas como um investimento estratégico. Nesse cenário, soluções como o Help Já surgem como alternativa eficiente e humanizada, especialmente para empresas que não oferecem plano de saúde ou que desejam mitigar os impactos financeiros da coparticipação.

O Help Já leva atendimento médico até onde o paciente está, com agilidade, conforto e segurança. Em vez de enfrentar filas, prontos-socorros lotados e exposição a ambientes contaminados, o colaborador recebe suporte clínico no próprio local, seja em casa ou no trabalho, com alta resolutividade e, se necessário, remoção hospitalar.

Essa abordagem traz ganhos em todas as frentes. Para o trabalhador, significa mais tranquilidade e qualidade no cuidado com sua saúde. Para a empresa, representa uma redução na sinistralidade dos planos de saúde, menor absenteísmo e maior engajamento. Além disso, o serviço de orientação médica 24 horas com emissão de receita digital e a cobertura em outras cidades via o Sistema Integrado Brasileiro de Emergências Médicas (SIBEM) garantem suporte constante e nacional.

O modelo oferecido pelo Help Já evidencia uma tendência que vai além do tradicional: personalizar e otimizar o cuidado médico no ambiente corporativo. Empresas que entendem a importância de oferecer benefícios que realmente impactam o cotidiano dos seus colaboradores saem na frente. E investir em soluções de saúde ágeis, resolutivas e acessíveis é um dos caminhos mais inteligentes para isso.

*Soraya Theodora Hadad Simioni é presidente da Help Vida.

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Wilson Santos amplia críticas e relaciona caso Oi a contratos firmados durante gestão Mauro Mendes

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O deputado estadual Wilson Santos (PSD), presidente da CPI das Consignações na Assembleia Legislativa de Mato Grosso, elevou o tom das críticas ao governo do ex-governador Mauro Mendes ao comentar os desdobramentos das investigações conduzidas pelo parlamento estadual. Durante entrevista ao PodRevirar, do Grupo Revirado MT, o parlamentar afirmou que a atual comissão é apenas a primeira de uma série de apurações que poderão atingir decisões administrativas adotadas ao longo da gestão estadual.

Questionado sobre as dificuldades enfrentadas para instalar a CPI e sobre possíveis tentativas de impedir o avanço das investigações, Wilson afirmou que não pretende se colocar na condição de vítima, mas admitiu enfrentar forte resistência política.

“Eu não gosto de me vitimizar. Eu aguento rojão. Eu sei o que eu passo, a minha esposa sabe, mas a gente segue em frente”, declarou.

Na avaliação do parlamentar, outras comissões parlamentares de inquérito deverão ser abertas nos próximos meses para investigar temas que, segundo ele, ainda apresentam questionamentos e dúvidas. Entre os assuntos citados estão a concessão da BR-163, a atuação da Nova Rota do Oeste e negociações envolvendo a empresa de telecomunicações Oi.

“O governo Mauro Mendes, agora ou mais tarde, ele será objeto de várias CPIs. Essa é apenas a primeira. Depois virá a CPI da BR-163, da Nova Rota Oeste, virá a CPI da Oi. Não tenha dúvida disso”, afirmou.

Durante a entrevista, Wilson voltou a questionar o acordo firmado entre o Estado e a Oi. Segundo ele, a Procuradoria-Geral do Estado já teria conhecimento, em março de 2024, de que uma ação rescisória movida pela empresa estaria prescrita após decisão relacionada ao caso no Supremo Tribunal Federal.

O deputado sustenta que, mesmo diante desse cenário, o governo continuou negociando e posteriormente efetuou um pagamento de R$ 308 milhões à companhia.

“Desde o dia 15 de março de 2024, o governo do Estado tinha ciência de que a ação rescisória estava nula. Mesmo assim, o Estado continuou negociando com a Oi”, declarou.

Wilson também levantou questionamentos sobre o fato de a empresa ter aberto mão de parte significativa dos valores discutidos na disputa judicial. Para ele, a operação não faria sentido sob a lógica empresarial tradicional.

“A Oi, num gesto incompreensível, irracional, no mundo capitalista, diz que abre mão de R$ 228 milhões e aceita ficar com apenas R$ 80 milhões daquele montante”, afirmou.

O parlamentar relacionou ainda a negociação a um contrato posterior firmado pela MTI, antiga Cepromat, com a própria Oi. Segundo sua versão, o acordo teria alcançado cerca de R$ 354 milhões e apresentado características que, na avaliação dele, merecem investigação.

“O quebra-cabeça vai fechando e a gente vai entendendo. A Oi não abriu mão de R$ 228 milhões. Após ela abrir mão disso, ela recebeu um contrato de R$ 354 milhões”, disse.

Wilson alegou ainda que existiam pareceres técnicos contrários à contratação e que empresas mato-grossenses teriam apresentado alternativas consideradas mais vantajosas financeiramente para a implantação da estrutura tecnológica prevista.

As declarações do deputado fazem parte de uma série de críticas direcionadas à condução de contratos públicos e acordos firmados durante a gestão Mauro Mendes. Até o momento, as afirmações apresentadas pelo parlamentar representam sua interpretação dos fatos e deverão ser objeto de eventual apuração pelos órgãos competentes e pelas comissões legislativas citadas.

A reportagem mantém espaço aberto para manifestação dos citados sobre as declarações apresentadas pelo deputado estadual.

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