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FICCO/ES desarticula organização criminosa especializada no tráfico de drogas

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Vila Velha/ES. A Força Integrada de Combate ao Crime Organizado do Espírito Santo (FICCO/ES), deflagrou na manhã desta quinta-feira (10/7) a Operação Pela Ordem voltada ao enfrentamento de grupo criminoso atuante em um conjunto residencial localizado no município da Serra/ES.

As investigações revelaram a atuação de indivíduos envolvidos com o tráfico de drogas, utilizando práticas de intimidação e coerção contra moradores. O local, um conjunto habitacional, vinha sendo tratado pelos investigados como território sob domínio da organização, comprometendo a segurança e a tranquilidade da comunidade.

Foram cumpridos cinco mandados de busca e apreensão em endereços ligados aos alvos da investigação. Também foram cumpridos dois mandados de prisão temporária, todos expedidos pela 2ª Vara Criminal da Serra/ES. Dois investigados seguem foragidos. 

A Força Integrada de Combate ao Crime Organizado do Espírito Santo (FICCO/ES), coordenada pela Polícia Federal (PF), é composta pelas Polícias Militar (PMES), Civil (PCES), Penal (PPES), pela Secretaria Nacional de Políticas Penais (SENAPPEN), e pelas Guardas Municipais de Vitória, Vila Velha, Serra, Cariacica e Viana.

Assessoria de Comunicação Social
GAB/SR/PF/ES

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Fonte: Polícia Federal

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Projeto que pune divulgação de imagens de vítimas de crimes e acidentes volta à Câmara

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O Plenário do Senado aprovou nesta quarta-feira (15) o projeto de lei que criminaliza o registro e a divulgação não autorizada de imagens que identifiquem vítimas de crimes ou acidentes, assim como imagens de cadáveres.

O projeto (PL 1.242/2026), de autoria da deputada federal Laura Carneiro (PSD-RJ), recebeu parecer favorável do senador Marcelo Castro (MDB-PI).

Como o texto foi alterado no Senado, a matéria retornará à Câmara, onde teve origem, para nova análise.

A proposta altera o Código Civil para ampliar a proteção da honra e da imagem das vítimas. E também modifica o Código Penal para tipificar como crime a divulgação, sem justa causa, desse material.

O texto prevê exceções quando a divulgação for necessária para a Justiça, para atender a interesse público devidamente justificado ou quando houver o consentimento da vítima.

Além disso, a versão aprovada no Senado reduz a pena prevista na versão original do projeto para os crimes em questão. O texto que veio da Câmara previa reclusão de 1 a 3 anos, além de multa. O parecer de Marcelo Castro reduziu a pena para detenção de seis meses a dois anos, além de multa.

A previsão inicial é que essa matéria fosse votada pelo Plenário do Senado na quinta-feira (16), mas a votação foi antecipada em um dia pelo presidente da Casa, Davi Alcolumbre.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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