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Polícia Militar apreende quase duas toneladas de drogas em dez dias em Mato Grosso

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A Polícia Militar de Mato Grosso apreendeu 1.906,59 quilos de drogas em dez dias, durante o patrulhamento tático e ostensivo, nos 142 municípios, por meio dos 15 Comandos Regionais, em todo o Estado. O balanço é referente aos dias 26 de junho a 5 de julho deste ano, conforme a Superintendência de Planejamento, Orçamento e Finanças (SPOE-PMMT).

Somente no último dia 28, foram apreendidas 1.292 quilos de drogas, sendo 837 quilos em Ponte Branca e outros 455 quilos em Alto Garças. Ambas somam um prejuízo de mais de R$ 9 milhões às facções criminosas. Neste período, os policiais militares registraram 1.512 boletins de ocorrências e Termo Circunstanciado de Ocorrência. Outras 264 pessoas foram presas em flagrante por crimes diversos.

Além disso, as equipes contabilizaram 694 furtos, 81 roubos e flagraram 72 mandados de prisão em aberto em Mato Grosso. Os policiais militares retiraram de circulação 48 armas de fogo, apreenderam seis simulacros e recuperaram 14 veículos de origem ilícita.

O comandante-geral da Polícia Militar de Mato Grosso, coronel Claudio Fernando Carneiro Tinoco, destacou que os resultados somam um conjunto de esforços estratégicos por parte dos Batalhões, Núcleos da PM e unidades especializadas da instituição. Além disso, o coronel Fernando atribuiu o crescimento das apreensões ao programa Tolerância Zero às Facções Criminosas, do Governo do Estado.

“Desde o início da gestão, o governador Mauro Mendes tem adotado uma postura muito eficaz e inteligente à Segurança Pública, em especial, com a Polícia Militar, sendo uma das instituições mais bem equipadas e referência no policiamento tático reconhecido em todo o país. Os policiais militares possuem hoje melhores salários, armas cauteladas permanentes, além de realizarem rondas em novas viaturas de duas e quatro rodas”, enfatizou o comandante-geral da Polícia Militar.

Fonte: PM MT – MT

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Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri

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Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.

Fonte: Ministério Público MT – MT

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