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Prefeitura de Várzea Grande entrega títulos definitivos a famílias do Jardim Manaíra

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A Prefeitura de Várzea Grande realiza, na próxima segunda-feira (1º de junho), a entrega de títulos definitivos de propriedade para moradores do bairro Jardim Manaíra. A cerimônia será realizada a partir das 18h, na EMEB Ednilson Francisco Kolling.

Ao todo, 891 moradias do bairro foram regularizadas por meio do programa de regularização fundiária desenvolvido pela atual gestão municipal. Nesta etapa, 325 famílias receberão a documentação definitiva dos imóveis.

A ação é resultado de uma parceria entre a Prefeitura de Várzea Grande, o Instituto de Terras de Mato Grosso (Intermat), a Assembleia Legislativa de Mato Grosso — por meio de emenda parlamentar do deputado estadual Eduardo Botelho — e o Tribunal de Justiça de Mato Grosso.

Segundo a secretária municipal de Desenvolvimento Urbano, Regularização Fundiária e Habitação, Manoela Rondon, a regularização representa segurança jurídica e dignidade para centenas de famílias que aguardavam pelo documento definitivo há anos.

“Estamos garantindo o direito dessas famílias à propriedade legalizada. O título representa segurança, valorização do imóvel e a certeza de que agora esses moradores têm oficialmente o que é deles por direito”, afirmou a secretária.

A prefeita Flávia Moretti destacou que a regularização fundiária tem sido uma das prioridades da gestão municipal e reforçou o impacto social da entrega dos documentos.

“Receber o título definitivo muda a vida das famílias. É um documento que garante segurança, cidadania e abre portas para investimentos, financiamentos e melhorias. Estamos trabalhando para dar dignidade e tranquilidade aos moradores de Várzea Grande”, declarou a prefeita.

Com a entrega dos títulos do Jardim Manaíra, a atual gestão alcançará a marca de 1.335 imóveis regularizados no município. Desse total, 444 títulos já foram entregues anteriormente a moradores do Residencial 8 de Março.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Racha familiar expõe tensão entre Michelle e Flávio Bolsonaro às vésperas da disputa presidencial

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A disputa presidencial de 2026 ganhou um novo elemento de tensão após a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro tornar público um desentendimento com o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). Em vídeos publicados nas redes sociais nesta quarta-feira (24), Michelle relatou o afastamento entre os dois e afirmou ter sido alvo de atitudes que considerou desrespeitosas.

A exposição do conflito ocorre em um momento estratégico para o grupo político ligado ao ex-presidente Jair Bolsonaro, que escolheu Flávio como representante do PL na corrida ao Palácio do Planalto. A manifestação de Michelle trouxe à tona divergências internas que, até então, eram tratadas nos bastidores.

Segundo a ex-primeira-dama, ela e Flávio não mantêm contato desde o final de 2025. O distanciamento teria começado após divergências relacionadas às articulações políticas do PL no Ceará, especialmente pela aproximação do partido com o ex-governador Ciro Gomes (PSDB), adversário histórico de Jair Bolsonaro.

Michelle afirmou que decidiu se pronunciar após surgirem comentários de que estaria contrariada com a escolha de Flávio como candidato presidencial. Ela negou qualquer intenção de disputar a Presidência e disse que sua prioridade neste momento é a família e o ex-presidente.

“Minha prioridade agora não são candidaturas, minha prioridade agora é cuidar da minha família, do meu marido que está precisando de mim”, declarou.

O desgaste teve como ponto inicial uma agenda realizada em Fortaleza, no fim do ano passado, quando Michelle criticou publicamente articulações para uma possível aliança do PL com Ciro Gomes. Na ocasião, ela demonstrou contrariedade com a aproximação e relacionou a trajetória política do ex-governador a episódios envolvendo Jair Bolsonaro.

Nas manifestações publicadas nas redes sociais, Michelle também mencionou sua insatisfação com declarações de Flávio em apoio ao deputado André Fernandes (PL-CE), um dos nomes envolvidos nas articulações políticas do partido no Ceará. Para ela, o posicionamento representaria respaldo a um aliado que teria feito críticas anteriores ao ex-presidente e sua família.

Outro ponto de divergência envolve a disputa pela indicação do PL para uma vaga ao Senado pelo Ceará. Michelle apoia a deputada federal Priscila Costa (PL), enquanto aliados de André Fernandes defendem o nome do deputado estadual Alcides Fernandes.

Apesar de ter origem em uma disputa regional, o episódio ganhou dimensão nacional devido ao peso político de Michelle dentro do eleitorado conservador. A ex-primeira-dama mantém forte influência entre segmentos ligados ao bolsonarismo, especialmente entre mulheres e eleitores evangélicos.

Aliados de Flávio Bolsonaro avaliam que a exposição do conflito pode gerar desgaste para a imagem de unidade construída em torno da candidatura presidencial. A preocupação é que divergências familiares acabem refletindo na articulação política do grupo.

A repercussão também reforçou a posição de Michelle como uma das principais representantes do legado político de Jair Bolsonaro. Em suas declarações, ela afirmou manter alinhamento com as decisões e orientações do ex-presidente.

Flávio Bolsonaro tentou reduzir a repercussão do caso. Antes da partida entre Brasil e Escócia pela Copa do Mundo de 2026, o senador realizou uma transmissão nas redes sociais e afirmou que não deixaria a situação afetar seu dia. Posteriormente, declarou respeito por Michelle, negou intenção de ofendê-la e pediu desculpas caso suas atitudes tenham sido interpretadas dessa maneira.

O senador afirmou ainda que tentou contato com a ex-primeira-dama antes da divulgação dos vídeos e disse que mantém aberto o convite para uma conversa, destacando que a família enfrenta um período delicado em razão da situação de Jair Bolsonaro.

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