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Alunos da Escola Júlio Corrêa participam de campeonato que incentiva o hábito da leitura

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Alunos da Escola Municipal Júlio Corrêa participam de um campeonato de leitura, iniciativa que une aprendizado, interação e incentivo ao hábito de ler. A ação integra o projeto “Ler para Crescer” e tem como objetivo estimular o interesse dos estudantes pelos livros, além de desenvolver habilidades importantes para o processo de aprendizagem.

Durante o campeonato, os participantes têm a oportunidade de demonstrar suas habilidades de leitura, trabalhando aspectos como fluência, interpretação, compreensão e desenvoltura. A proposta também contribui para tornar o contato com a literatura mais dinâmico e prazeroso, despertando nos alunos o interesse e o hábito pela leitura.

A leitura constitui uma das principais ferramentas para o desenvolvimento da aprendizagem, da comunicação, da autonomia e da participação social dos estudantes. No processo de alfabetização, é fundamental que a criança tenha oportunidades frequentes de contato com palavras, textos e diferentes situações de leitura, desenvolvendo gradativamente a fluência, a segurança e o prazer em ler.

De acordo com a diretora da unidade, Rosilene Barros Vieira, o projeto teve início com treinos de leitura realizados em sala de aula, utilizando bancos de palavras elaborados de acordo com o nível de aprendizagem dos estudantes.

“Esses bancos de palavras foram trabalhados diariamente pelos professores e, posteriormente, enviados para casa, possibilitando que as crianças continuassem o treinamento da leitura junto aos seus familiares. Como forma de estimular ainda mais o envolvimento dos estudantes, foram realizadas competições de leitura entre os alunos da mesma turma. A proposta buscou transformar o treino em um momento prazeroso e motivador, valorizando o esforço individual, a evolução e a conquista de cada criança”, explicou.

Segundo a gestora, em uma segunda etapa, o projeto será ampliado para as competições interclasses, envolvendo alunos de diferentes turmas. “Essa etapa proporcionará novos desafios e oportunidades de socialização, permitindo que os estudantes compartilhem suas habilidades de leitura e percebam seus avanços”, destacou.

Paralelamente às atividades de leitura, a escola também passou por um processo de transformação de seus espaços, tornando-se um verdadeiro ambiente alfabetizador. Os corredores e diferentes áreas da unidade escolar foram organizados e enriquecidos com materiais escritos, palavras, frases, textos, cartazes e espaços destinados à leitura.

Dessa forma, a leitura deixou de estar restrita à sala de aula e passou a fazer parte do cotidiano escolar. A competição também promoveu um ambiente de participação, integração e troca de experiências entre as crianças.

Incentivo

A participação da família tornou-se um importante elemento do projeto. O acompanhamento e o incentivo em casa contribuíram para ampliar o tempo de contato dos alunos com a leitura, fortalecendo a parceria entre escola e família.

O projeto parte do princípio de que ler se aprende lendo, por meio de oportunidades constantes de prática, incentivo, interação e contato significativo com a escrita.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Moradores denunciam doces e salgadinhos vencidos em festa infantil em MT

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A distribuição de doces e salgadinhos supostamente vencidos durante uma festa em comemoração ao Dia das Crianças, em São José do Rio Claro (MT), provocou questionamentos de moradores sobre a segurança dos alimentos oferecidos ao público infantil. O evento foi realizado na sexta-feira (9), na Praça Central Domingos Briante, e a denúncia ganhou repercussão após a divulgação de um vídeo nas redes sociais.

Na gravação, uma pessoa alerta as famílias que participaram da comemoração e afirma que os produtos entregues às crianças estavam fora do prazo de validade.

“Vocês que foram à praça e pegaram salgadinho, pegaram o doce da prefeitura, estão todos vencidos”, diz.

Em outro trecho, a pessoa critica as condições dos alimentos distribuídos.

“Pouca vergonha. O povo tá oferecendo as coisas para as crianças. Uma festinha de criança com todos os doces e pipoca. Tudo vencido”, reclama.

Segundo a denúncia, as embalagens indicariam datas de validade em 2025, o que significaria que os produtos estavam vencidos havia meses na ocasião da festa, em outubro de 2026. O vídeo também relata que uma conhecida teria percebido o problema somente depois de consumir um dos alimentos. Até o momento, porém, não há confirmação independente sobre as condições dos produtos nem sobre quem realizou a distribuição.

Procurada pela reportagem, a Prefeitura de São José do Rio Claro afirmou que os itens questionados foram entregues por terceiros e que a distribuição não estava sob responsabilidade direta do município. Conforme o posicionamento da administração, caberia aos responsáveis pela ação beneficente verificar a qualidade e a validade dos alimentos antes de oferecê-los ao público.

A prefeitura também levantou a possibilidade de os produtos terem sido adulterados ou manipulados de má-fé para prejudicar os organizadores ou colocar a saúde pública em risco. A hipótese, no entanto, foi apresentada pela administração municipal e não há confirmação de que tenha ocorrido adulteração.

Na manifestação, o município defendeu que os responsáveis sejam identificados e, caso sejam constatadas irregularidades, respondam perante os órgãos competentes. A administração também pediu cautela na divulgação de informações antes do esclarecimento dos fatos e ressaltou a importância de verificar as condições dos alimentos oferecidos às crianças.

A festa havia sido anunciada pela prefeitura como parte da programação do Dia das Crianças, com atividades recreativas, brinquedos infláveis, pula-pula, pintura facial e distribuição de picolés, pipoca, refrigerantes e brindes. A comemoração foi marcada para as 17h30 de 9 de outubro, na Praça Central Domingos Briante.

O episódio levanta dúvidas sobre a origem dos alimentos e as circunstâncias em que foram entregues às famílias. A apuração deverá esclarecer quem forneceu os produtos, quem ficou responsável pela distribuição e se as datas de validade denunciadas correspondem às embalagens originais.

Até o momento, não há confirmação sobre eventual adulteração nem informações que comprovem consequências à saúde das crianças. O caso permanece cercado por versões distintas: moradores denunciam a entrega de produtos vencidos, enquanto a prefeitura afirma que os itens foram distribuídos por terceiros e considera a possibilidade de manipulação dos alimentos.

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