Política
Presidente da ALMT apoia ampliação de programa que oferece oportunidades a jovens aprendizes em Mato Grosso
Política
O presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso, deputado Max Russi, está à frente de uma articulação que pode ampliar significativamente as oportunidades para adolescentes e jovens em situação de vulnerabilidade social no estado. Trata-se do fortalecimento do Programa de Aprendizagem Profissional, uma política pública que alia formação teórica e prática ao primeiro contato com o mercado de trabalho, promovendo dignidade, inclusão e novos horizontes para quem mais precisa.
Com foco em jovens entre 14 e 24 anos, o programa já é realidade em diversos órgãos públicos, como o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), a UFMT, o Tribunal Regional do Trabalho (TRT) e prefeituras como a de Jaciara. Agora, o objetivo é trazer a Assembleia Legislativa para esse movimento de transformação, com o apoio direto de Max Russi.
Durante uma reunião recente, a auditora fiscal do Trabalho Norma Lúcia Magalhães coordenadora estadual do projeto, destacou a importância do engajamento da ALMT. “A participação do Legislativo, especialmente com o apoio do presidente Max Russi, pode abrir muitas portas e inspirar outros órgãos públicos. É um programa que muda vidas. Muitos jovens que começaram como aprendizes hoje são líderes em suas áreas. Além disso, a aprendizagem mantém os jovens na escola, longe de situações de risco”, afirmou.
O superintendente regional do Trabalho e Emprego em Mato Grosso, Gérson Delgado, também enxerga na Assembleia um aliado estratégico para ampliar o alcance do programa. Ele lembra que a aprendizagem é um dever constitucional e uma das ferramentas mais efetivas para a promoção da cidadania. “O poder público precisa ser protagonista nesse processo, e a liderança do deputado Max Russi é fundamental para isso acontecer”, destacou.
A proposta vai muito além do cumprimento da cota legal exigida às empresas. Ela busca oferecer uma real chance de crescimento a jovens em situação de risco, como os que vivem em casas de acolhimento, foram vítimas de trabalho infantil ou dependem de programas de assistência social. Em Jaciara, por exemplo, uma transportadora firmou parceria com a prefeitura e cedeu 60 vagas para aprendizes, que hoje atuam em setores como saúde, tecnologia e comunicação, com acompanhamento constante para garantir um ambiente de desenvolvimento e respeito às individualidades.
“Esse projeto não é só sobre trabalho. É sobre cidadania, sobre acreditar no potencial de cada jovem e ajudar a construir um futuro com mais dignidade. A Assembleia, sob minha presidência, está pronta para ser parceira dessa transformação”, afirmou Max Russi.
Política
Abilio provoca universitários e professores e diz que ajudam campanha de Flávio
O prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini (PL), direcionou críticas a estudantes e professores da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) e da Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat) durante o lançamento da Casa 22, realizado na terça-feira (13), na capital. No evento de mobilização em apoio a Flávio Bolsonaro (PL) à Presidência da República, o prefeito usou provocações para se referir a grupos ligados à esquerda.
Ao desafiar integrantes das universidades públicas a fazer campanha para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Abilio mencionou maconha, cocaína e a imagem do revolucionário Che Guevara.
“Vai com o seu baseado, com suas drogas, vai com a maconha, vai com a cocaína, vai com a camisa do Che Guevara, vai com toda a porcaria que tá instalada dentro das nossas universidades públicas, às ruas pedir voto”, declarou.
Na sequência, o prefeito afirmou que manifestações de estudantes e professores identificados com a esquerda poderiam acabar favorecendo a candidatura adversária.
“Esses alunos, esses professores militantes são os melhores cabos eleitorais para o Flávio Bolsonaro”, disse.
A fala ocorreu em meio à articulação de lideranças políticas e apoiadores da direita para ampliar a votação de Flávio Bolsonaro em Mato Grosso no segundo turno. A Casa 22 foi organizada em Cuiabá para concentrar atividades e mobilizações da campanha no estado.
Durante o discurso, Abilio também abordou questões relacionadas à segurança pública, mencionando integrantes de facções criminosas e ameaças contra lideranças religiosas. Na ocasião, defendeu que pessoas envolvidas nessas situações não contem com apoio do governo estadual e citou uma ação da Polícia Militar contra um suspeito que, segundo ele, teria feito ameaças.
O prefeito ainda pediu empenho dos apoiadores para ampliar a votação do candidato do PL em Mato Grosso. Na avaliação dele, o estado poderia contribuir com mais 200 mil votos no segundo turno. “Cada voto conta”, afirmou, ao estimar que a diferença nacional entre Flávio Bolsonaro e Lula poderia ficar entre 2 milhões e 3 milhões de votos.
As declarações ampliam o tom de confronto político adotado por Abilio contra setores ligados à esquerda e às universidades públicas durante a campanha presidencial. O evento reuniu apoiadores e lideranças alinhadas ao PL em torno da estratégia de mobilização eleitoral no estado.
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