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Porto Estrela conquista primeira ambulância UTI após articulação política do deputado Chico Guarnieri

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O município de Porto Estrela alcançou um marco histórico na área da saúde com a conquista da primeira ambulância equipada com Unidade de Terapia Intensiva (UTI), destinada a qualificar o atendimento de urgência e emergência à população. A viatura foi garantida pelo deputado estadual Chico Guarnieri (PRD), após articulação junto ao Governo do Estado.

O parlamentar recebeu a demanda que foi apresentada pelos vereadores Manoel Pedro (PSB) e Daniel Santi (UB), que nessa quarta-feira (16), receberam de Chico Guarnieri a boa notícia.

A chegada da ambulância representa um avanço significativo para a rede municipal de saúde, especialmente diante das dificuldades enfrentadas no atendimento a casos graves.

“O município depende frequentemente do transporte de pacientes em estado crítico para outras cidades, o que exige veículos adequados, equipados com suporte avançado e condições seguras de remoção”, explicou Guarnieri.

Chico Guarnieri destacou que essa era uma das grandes demandas relacionadas a Porto Estrela, apresentadas ainda pelo ex-prefeito Eugênio Pelachim, que hoje compõe a equipe de assessoramento do deputado.

“A ausência de uma ambulância tipo UTI comprometia diretamente a qualidade do atendimento pré-hospitalar e do transporte inter-hospitalar, aumentando os riscos de agravamento dos quadros clínicos e colocando vidas em perigo”, salientou Pelachim.

Segundo Chico Guarnieri, a disponibilização do novo equipamento vai garantir mais agilidade no atendimento, maior segurança durante os deslocamentos e fortalecimento da estrutura da saúde pública municipal.

“É uma conquista considerada histórica para Porto Estrela, pois amplia a capacidade de resposta do município em situações de emergência, assegurando melhores condições de atendimento à população e mais tranquilidade para as famílias que dependem do sistema público de saúde. Conversei com o prefeito Marcio Pescador, que nos afirmou que essa ambulância ajudará muito a cidade”, pontuou o deputado.

Fonte: ALMT – MT

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Gisela deixa cargo em secretaria em aberto e condiciona decisão à transição

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A vice-governadora eleita de Mato Grosso, Gisela Simona (União Brasil), ainda não definiu qual será sua função na próxima gestão de Otaviano Pivetta (Republicanos). Ela não descarta assumir uma secretaria estadual, mas afirma que qualquer decisão dependerá da análise das necessidades do governo durante o período de transição.

Em entrevista ao programa Roda de Entrevista, Gisela explicou que uma comissão deverá avaliar o funcionamento das pastas, identificar os resultados positivos e apontar os setores que precisam de mudanças. O trabalho deve começar após o segundo turno das eleições presidenciais.

Segundo ela, a proposta é contribuir para a construção de uma administração alinhada ao perfil de Pivetta, considerando os resultados alcançados nos últimos anos e os desafios que ainda precisam ser enfrentados.

“Diante desse levantamento, que vou estar junto a essa comissão, é que a gente vai definir onde a gente pode ser mais importante para a governança”, afirmou.

Embora tenha defendido maior protagonismo durante a campanha, Gisela adotou cautela ao falar sobre a possibilidade de comandar uma secretaria. A vice-governadora eleita ressaltou que não há, até o momento, um acordo fechado sobre a função que poderá exercer além das atribuições próprias do cargo.

Ao comentar a experiência de Pivetta como vice-governador de Mauro Mendes, Gisela destacou que ele conseguiu contribuir com a administração sem necessariamente assumir o comando de uma pasta. Para ela, a atuação na próxima gestão deverá considerar as características de cada integrante do Executivo.

“Às vezes pode ser que, diante da transição e diante do que a gente observar, pode ser que seja necessário, mas não tem nada construído ainda”, declarou.

Gisela foi escolhida para compor a chapa de Pivetta após mudanças nas articulações políticas que antecederam a eleição. A futura vice-governadora afirmou que pretende participar da avaliação da máquina pública antes de definir como poderá colaborar com a nova administração.

A composição do secretariado e a distribuição das funções no governo, portanto, seguem em aberto. A expectativa é que as definições avancem após o diagnóstico da equipe de transição, levando em conta as prioridades e as necessidades identificadas em cada área.

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