Política
Max Russi participa de evento em homenagem às servidoras públicas
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Nesta quarta-feira (11), o presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), deputado Max Russi (Pode), participou de um encontro dedicado às servidoras públicas de Mato Grosso. O evento realizado pela Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania (Setasc) foi idealizado pela primeira-dama Virginia Mendes e aconteceu no Cenarium Rural, em Cuiabá, reunindo prefeitas, vice-prefeitas, secretárias e servidoras de diversos municípios.
O encontro teve como objetivo celebrar o protagonismo feminino no serviço público estadual. Durante o evento, foram apresentados os principais resultados das políticas sociais desenvolvidas desde 2019, além da entrega de placas de honraria em reconhecimento ao trabalho das gestoras municipais.
Em sua fala, Max Russi relembrou o início da trajetória da primeira-dama na gestão social e destacou sua dedicação voluntária. “Parabenizo a Virginia pelo trabalho brilhante. Lembro que, no começo, ela tinha dúvidas sobre assumir esse desafio. Eu a incentivei, pois sabia da sua capacidade e do seu amor pelas pessoas. Ela aceitou a missão de forma voluntária, sem remuneração, e imprimiu uma marca que fez a diferença na assistência social do estado”, afirmou o parlamentar.
O deputado também pontuou os avanços no combate ao preconceito e na ocupação de espaços de poder. Ele ressaltou que, na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), diversas mulheres ocupam cargos estratégicos de liderança. “Apesar das múltiplas jornadas e dos desafios que as mulheres ainda enfrentam, vemos um cenário em constante melhora e fortalecimento”, observou.
A parceria entre o Legislativo e o setor social também foi celebrada pela primeira-dama, que homenageou o deputado Max Russi durante a solenidade. A programação do evento seguiu durante a tarde com palestra de Ricardo Muri e apresentações musicais de Anselmo & Rafael e Tiago Roseno.
Fonte: ALMT – MT
Política
Gisela deixa cargo em secretaria em aberto e condiciona decisão à transição
A vice-governadora eleita de Mato Grosso, Gisela Simona (União Brasil), ainda não definiu qual será sua função na próxima gestão de Otaviano Pivetta (Republicanos). Ela não descarta assumir uma secretaria estadual, mas afirma que qualquer decisão dependerá da análise das necessidades do governo durante o período de transição.
Em entrevista ao programa Roda de Entrevista, Gisela explicou que uma comissão deverá avaliar o funcionamento das pastas, identificar os resultados positivos e apontar os setores que precisam de mudanças. O trabalho deve começar após o segundo turno das eleições presidenciais.
Segundo ela, a proposta é contribuir para a construção de uma administração alinhada ao perfil de Pivetta, considerando os resultados alcançados nos últimos anos e os desafios que ainda precisam ser enfrentados.
“Diante desse levantamento, que vou estar junto a essa comissão, é que a gente vai definir onde a gente pode ser mais importante para a governança”, afirmou.
Embora tenha defendido maior protagonismo durante a campanha, Gisela adotou cautela ao falar sobre a possibilidade de comandar uma secretaria. A vice-governadora eleita ressaltou que não há, até o momento, um acordo fechado sobre a função que poderá exercer além das atribuições próprias do cargo.
Ao comentar a experiência de Pivetta como vice-governador de Mauro Mendes, Gisela destacou que ele conseguiu contribuir com a administração sem necessariamente assumir o comando de uma pasta. Para ela, a atuação na próxima gestão deverá considerar as características de cada integrante do Executivo.
“Às vezes pode ser que, diante da transição e diante do que a gente observar, pode ser que seja necessário, mas não tem nada construído ainda”, declarou.
Gisela foi escolhida para compor a chapa de Pivetta após mudanças nas articulações políticas que antecederam a eleição. A futura vice-governadora afirmou que pretende participar da avaliação da máquina pública antes de definir como poderá colaborar com a nova administração.
A composição do secretariado e a distribuição das funções no governo, portanto, seguem em aberto. A expectativa é que as definições avancem após o diagnóstico da equipe de transição, levando em conta as prioridades e as necessidades identificadas em cada área.
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