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Fabinho Tardin leva gabinete itinerante a Juína e Castanheira e reforça diálogo direto com a população

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O deputado estadual Fabinho Tardin cumpriu agenda nesta terça-feira (2) nos municípios de Juína e Castanheira, em mais uma etapa do projeto de gabinete itinerante. A iniciativa prevê encontros com lideranças políticas e comunitárias para ouvir demandas locais e encaminhá-las aos órgãos responsáveis.

Entre os representantes que participam das reuniões estão os vereadores Neguinho da Borracharia, Bil e Donizete, em Juína. Já em Castanheira, o parlamentar se reúne com o prefeito Jakson de Oliveira Junior (Juninho), o vereador Nego Traia e a liderança Domingos.

Tardin afirma que a proposta do gabinete itinerante é aproximar o mandato das comunidades, ampliando o diálogo mesmo no encerramento do ano legislativo.

“A ideia do gabinete itinerante é aproximar o mandato das pessoas. É importante ir onde a população está para ouvir de perto as necessidades. Mesmo com o ano chegando ao fim, seguimos trabalhando, porque as demandas não param”, destacou o deputado Fabinho.

Investimentos nos municípios

O parlamentar também ressaltou recursos já destinados às cidades visitadas. Para Juína, foram encaminhados: R$ 2 milhões para a Saúde; R$ 800 mil e R$ 300 mil para custeio da pasta; entrega de uma grade agrícola e uma calcariadeira em apoio à agricultura familiar. Em Castanheira, os repasses somam R$ 380 mil, também voltados ao custeio da Saúde.

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Gisela deixa cargo em secretaria em aberto e condiciona decisão à transição

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A vice-governadora eleita de Mato Grosso, Gisela Simona (União Brasil), ainda não definiu qual será sua função na próxima gestão de Otaviano Pivetta (Republicanos). Ela não descarta assumir uma secretaria estadual, mas afirma que qualquer decisão dependerá da análise das necessidades do governo durante o período de transição.

Em entrevista ao programa Roda de Entrevista, Gisela explicou que uma comissão deverá avaliar o funcionamento das pastas, identificar os resultados positivos e apontar os setores que precisam de mudanças. O trabalho deve começar após o segundo turno das eleições presidenciais.

Segundo ela, a proposta é contribuir para a construção de uma administração alinhada ao perfil de Pivetta, considerando os resultados alcançados nos últimos anos e os desafios que ainda precisam ser enfrentados.

“Diante desse levantamento, que vou estar junto a essa comissão, é que a gente vai definir onde a gente pode ser mais importante para a governança”, afirmou.

Embora tenha defendido maior protagonismo durante a campanha, Gisela adotou cautela ao falar sobre a possibilidade de comandar uma secretaria. A vice-governadora eleita ressaltou que não há, até o momento, um acordo fechado sobre a função que poderá exercer além das atribuições próprias do cargo.

Ao comentar a experiência de Pivetta como vice-governador de Mauro Mendes, Gisela destacou que ele conseguiu contribuir com a administração sem necessariamente assumir o comando de uma pasta. Para ela, a atuação na próxima gestão deverá considerar as características de cada integrante do Executivo.

“Às vezes pode ser que, diante da transição e diante do que a gente observar, pode ser que seja necessário, mas não tem nada construído ainda”, declarou.

Gisela foi escolhida para compor a chapa de Pivetta após mudanças nas articulações políticas que antecederam a eleição. A futura vice-governadora afirmou que pretende participar da avaliação da máquina pública antes de definir como poderá colaborar com a nova administração.

A composição do secretariado e a distribuição das funções no governo, portanto, seguem em aberto. A expectativa é que as definições avancem após o diagnóstico da equipe de transição, levando em conta as prioridades e as necessidades identificadas em cada área.

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