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Dr. João é entrevistado ao vivo pela rádio e TV Câmara em celebração aos 90 anos da Voz do Brasil

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O primeiro-secretário da Assembleia Legislativa, deputado Dr. João (MDB), foi um dos entrevistados ao vivo pela Rádio e TV Câmara, direto de Cuiabá, durante a programação especial em comemoração aos 90 anos da Voz do Brasil. A Assembleia Legislativa de Mato Grosso é uma das cinco casas legislativas escolhidas para sediar o evento, realizado na manhã desta sexta-feira (19).

Em sua participação, Dr. João ressaltou a importância histórica e social do programa mais antigo do rádio brasileiro ainda em atividade.

“É um orgulho enorme para Mato Grosso fazer parte dessa celebração. Nosso estado tem papel fundamental na política, na economia e no desenvolvimento do Brasil, e ver essa contribuição reconhecida em um programa que chega a milhões de brasileiros é muito significativo”, afirmou.

O programa “A Voz do Brasil” é veiculado obrigatoriamente por todas as emissoras de rádio do país. A edição comemorativa foi gravada no estúdio da Rádio ALMT, em Cuiabá, nesta sexta-feira (19), pela jornalista Clarice Dias (Rádio Câmara) e pela radialista Thayana Bruno (Rádio Assembleia). Ela corresponde ao noticiário da Câmara dos Deputados e tem 20 minutos de duração.

A programação especial na ALMT contou ainda com a presença de jornalistas da Rádio Câmara, profissionais da Rádio Assembleia e estudantes de Jornalismo da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), que participaram de palestras e acompanharam de perto os bastidores das transmissões.

Voz do Brasil – Transmitida diariamente para cerca de 70 milhões de ouvintes em todo o país, a Voz do Brasil se consolidou como um dos principais canais de informação entre o Parlamento e a sociedade. Para Dr. Joao, o programa representa um instrumento essencial da democracia.

“A Voz do Brasil aproxima o povo das decisões que impactam sua vida. É informação pública de qualidade, que chega aos rincões mais distantes, levando a voz do Parlamento para dentro das casas brasileiras. Isso tem um valor histórico e social enorme”, destacou.

Fonte: ALMT – MT

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Gisela deixa cargo em secretaria em aberto e condiciona decisão à transição

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A vice-governadora eleita de Mato Grosso, Gisela Simona (União Brasil), ainda não definiu qual será sua função na próxima gestão de Otaviano Pivetta (Republicanos). Ela não descarta assumir uma secretaria estadual, mas afirma que qualquer decisão dependerá da análise das necessidades do governo durante o período de transição.

Em entrevista ao programa Roda de Entrevista, Gisela explicou que uma comissão deverá avaliar o funcionamento das pastas, identificar os resultados positivos e apontar os setores que precisam de mudanças. O trabalho deve começar após o segundo turno das eleições presidenciais.

Segundo ela, a proposta é contribuir para a construção de uma administração alinhada ao perfil de Pivetta, considerando os resultados alcançados nos últimos anos e os desafios que ainda precisam ser enfrentados.

“Diante desse levantamento, que vou estar junto a essa comissão, é que a gente vai definir onde a gente pode ser mais importante para a governança”, afirmou.

Embora tenha defendido maior protagonismo durante a campanha, Gisela adotou cautela ao falar sobre a possibilidade de comandar uma secretaria. A vice-governadora eleita ressaltou que não há, até o momento, um acordo fechado sobre a função que poderá exercer além das atribuições próprias do cargo.

Ao comentar a experiência de Pivetta como vice-governador de Mauro Mendes, Gisela destacou que ele conseguiu contribuir com a administração sem necessariamente assumir o comando de uma pasta. Para ela, a atuação na próxima gestão deverá considerar as características de cada integrante do Executivo.

“Às vezes pode ser que, diante da transição e diante do que a gente observar, pode ser que seja necessário, mas não tem nada construído ainda”, declarou.

Gisela foi escolhida para compor a chapa de Pivetta após mudanças nas articulações políticas que antecederam a eleição. A futura vice-governadora afirmou que pretende participar da avaliação da máquina pública antes de definir como poderá colaborar com a nova administração.

A composição do secretariado e a distribuição das funções no governo, portanto, seguem em aberto. A expectativa é que as definições avancem após o diagnóstico da equipe de transição, levando em conta as prioridades e as necessidades identificadas em cada área.

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