Política
Deputado Thiago Silva propõe criação de Escola do Agro em Mato Grosso
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O deputado Thiago Silva (MDB) apresentou na sessão ordinária da Assembleia Legislativa, da última quarta-feira (3), a indicação nº 4768/2025 ao governo do Estado e Secretario de Educação de projeto para o fortalecimento do agronegócio em Mato Grosso. A iniciativa propõe a criação da Escola do Agro, um centro de formação técnica e inovação voltado para o setor que mais impulsiona a economia do estado.
A proposta tem como objetivo capacitar jovens e trabalhadores para as novas demandas tecnológicas do campo, ampliando a geração de emprego, renda e empreendedorismo no setor da agropecuária. Ela também prevê a implantação de cursos técnicos, treinamentos, laboratórios e parcerias com universidades, institutos de pesquisa e empresas do agro.
“Nosso Estado é um polo logístico e maior produtor do país em grãos e possui o maior rebanho bovino, mas precisa também ser referência em formação e inovação. A Escola do Agro será um espaço de transformação social e tecnológica, sendo uma referência no país”, afirmou Thiago Silva.
A iniciativa foi inspirada em modelos de sucesso como o Centro de Inovação ACATE, em Santa Catarina, e visa aproximar o setor produtivo da juventude, promovendo inclusão e qualificação profissional. Segundo o deputado, a escola deve oferecer cursos nas áreas de agricultura de precisão, pecuária, manejo de solo, drones e automação agrícola, além de fomentar startups e projetos sustentáveis.
“Hoje temos no Estado escolas vocacionadas na área do esporte, música, robótica e a nossa proposição visa a criação das Escolas voltadas ao Agro que é a principal atividade em MT. Também defendemos mais cursos na área da agropecuária nas Escolas Técnicas do Estado, para atender a demanda existente no atual mercado”, disse o deputado.
Além dessa proposta, o parlamentar já tem histórico de atuação na educação técnica e profissional, tendo destinado recursos para cursos de capacitação como o Qualifica MT e lançando o projeto Jovem Inovador em escolas públicas de Rondonópolis.
“Queremos preparar a nova geração para liderar com conhecimento e inovação o futuro do agronegócio em Mato Grosso e no Brasil”, finalizou Thiago.
Fonte: ALMT – MT
Política
Gisela deixa cargo em secretaria em aberto e condiciona decisão à transição
A vice-governadora eleita de Mato Grosso, Gisela Simona (União Brasil), ainda não definiu qual será sua função na próxima gestão de Otaviano Pivetta (Republicanos). Ela não descarta assumir uma secretaria estadual, mas afirma que qualquer decisão dependerá da análise das necessidades do governo durante o período de transição.
Em entrevista ao programa Roda de Entrevista, Gisela explicou que uma comissão deverá avaliar o funcionamento das pastas, identificar os resultados positivos e apontar os setores que precisam de mudanças. O trabalho deve começar após o segundo turno das eleições presidenciais.
Segundo ela, a proposta é contribuir para a construção de uma administração alinhada ao perfil de Pivetta, considerando os resultados alcançados nos últimos anos e os desafios que ainda precisam ser enfrentados.
“Diante desse levantamento, que vou estar junto a essa comissão, é que a gente vai definir onde a gente pode ser mais importante para a governança”, afirmou.
Embora tenha defendido maior protagonismo durante a campanha, Gisela adotou cautela ao falar sobre a possibilidade de comandar uma secretaria. A vice-governadora eleita ressaltou que não há, até o momento, um acordo fechado sobre a função que poderá exercer além das atribuições próprias do cargo.
Ao comentar a experiência de Pivetta como vice-governador de Mauro Mendes, Gisela destacou que ele conseguiu contribuir com a administração sem necessariamente assumir o comando de uma pasta. Para ela, a atuação na próxima gestão deverá considerar as características de cada integrante do Executivo.
“Às vezes pode ser que, diante da transição e diante do que a gente observar, pode ser que seja necessário, mas não tem nada construído ainda”, declarou.
Gisela foi escolhida para compor a chapa de Pivetta após mudanças nas articulações políticas que antecederam a eleição. A futura vice-governadora afirmou que pretende participar da avaliação da máquina pública antes de definir como poderá colaborar com a nova administração.
A composição do secretariado e a distribuição das funções no governo, portanto, seguem em aberto. A expectativa é que as definições avancem após o diagnóstico da equipe de transição, levando em conta as prioridades e as necessidades identificadas em cada área.
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