Política
Deputado destaca ponte e rodovia entre MT e Goiás para melhorar logística e vida das pessoas no Vale do Araguaia
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O deputado Dr. Eugênio de Paiva (PSB) classificou a ponte no distrito de Luiz Alves, no município de São Miguel do Araguaia, na divisa entre Mato Grosso e Goiás, como um eixo logístico para facilitar a vida das pessoas e melhorar o escoamento da produção agrícola dos dois estados.
A ponte e a rodovia 080 vão permitir a ligação por 200 Km entre o distrito goiano e o município mato-grossense de Ribeirão Cascalheira. Ele informou que esta semana o governo federal entrega o encabeçamento da ponte na localidade que estava pronta há dois anos. O encabeçamento é o aterro nas cabeceiras da ponte para nivelar a pista de rolamento à rodovia após a obra de concreto.
“Essa ponte é extremamente importante, porque vai ligar os dois estados, diminuindo a distância e fazendo com que o escoamento da produção desses dois Estados se faça de uma logística e de uma maneira mais eficaz, diminuindo a distância entre Luiz Alves e Ribeirão Cascalheira”, disse o parlamentar, na tribuna da sessão plenária desta quarta-feira (27).
O deputado também acrescentou que a obra vai favorecer o trânsito de pessoas que moram na região, possibilitando mais qualidade de vida com transporte da população, de mercadorias e dos prestadores de serviços.
“É um compromisso que o ministro dos Transportes Renan Filho fez, com apoio do ministro da Agricultura Carlos Fávaro. Que se comprometeu em entregar o encabeçamento em dois meses. Eles têm o meu reconhecimento. Prometeram em uma audiência que fizemos em Brasília e estão realmente entregando esse encabeçamento”, agradeceu Dr. Eugênio.
O deputado informou que o ministro Carlos Fávaro se comprometeu ainda em auxiliar no trabalho para pavimentar 28 Km, desde o encabeçamento da ponte até ao rio Cristalino. “Um grande avanço, sinalização de que realmente esse asfalto deixa de ser um sonho e passa a ser realidade do Vale do Araguaia”.
Menos custo – Além da obra na ponte, o encabeçamento define a responsabilidade pela manutenção da rodovia BR-80.
“O município de Ribeirão Cascalheira deixa de ter a responsabilidade pela manutenção da estrada. E a BR-80, no trajeto de 200 Km, passa a ser responsabilidade do Governo Federal, e faz com que o município de Ribeirão Cascalheira possa ter um alívio no seu caixa”, explicou o deputado.
Fonte: ALMT – MT
Política
Gisela deixa cargo em secretaria em aberto e condiciona decisão à transição
A vice-governadora eleita de Mato Grosso, Gisela Simona (União Brasil), ainda não definiu qual será sua função na próxima gestão de Otaviano Pivetta (Republicanos). Ela não descarta assumir uma secretaria estadual, mas afirma que qualquer decisão dependerá da análise das necessidades do governo durante o período de transição.
Em entrevista ao programa Roda de Entrevista, Gisela explicou que uma comissão deverá avaliar o funcionamento das pastas, identificar os resultados positivos e apontar os setores que precisam de mudanças. O trabalho deve começar após o segundo turno das eleições presidenciais.
Segundo ela, a proposta é contribuir para a construção de uma administração alinhada ao perfil de Pivetta, considerando os resultados alcançados nos últimos anos e os desafios que ainda precisam ser enfrentados.
“Diante desse levantamento, que vou estar junto a essa comissão, é que a gente vai definir onde a gente pode ser mais importante para a governança”, afirmou.
Embora tenha defendido maior protagonismo durante a campanha, Gisela adotou cautela ao falar sobre a possibilidade de comandar uma secretaria. A vice-governadora eleita ressaltou que não há, até o momento, um acordo fechado sobre a função que poderá exercer além das atribuições próprias do cargo.
Ao comentar a experiência de Pivetta como vice-governador de Mauro Mendes, Gisela destacou que ele conseguiu contribuir com a administração sem necessariamente assumir o comando de uma pasta. Para ela, a atuação na próxima gestão deverá considerar as características de cada integrante do Executivo.
“Às vezes pode ser que, diante da transição e diante do que a gente observar, pode ser que seja necessário, mas não tem nada construído ainda”, declarou.
Gisela foi escolhida para compor a chapa de Pivetta após mudanças nas articulações políticas que antecederam a eleição. A futura vice-governadora afirmou que pretende participar da avaliação da máquina pública antes de definir como poderá colaborar com a nova administração.
A composição do secretariado e a distribuição das funções no governo, portanto, seguem em aberto. A expectativa é que as definições avancem após o diagnóstico da equipe de transição, levando em conta as prioridades e as necessidades identificadas em cada área.
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