Política
Deputado destaca importância da Festança de Vila Bela como resgate histórico, cultural e fortalecimento do turismo
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Foto: DIVULGAÇÃO/ASSESSORIA
O deputado estadual Valmir Moretto (Republicanos) participou nesta segunda-feira (21) da Festança de 2025 do município de Vila Bela da Santíssima Trindade, localizado a 562 quilômetros de Cuiabá. A solenidade, realizada ao lado do Ginásio Melânio de Assunção, contou com celebração eucarística e apresentação da dança do Congo na abertura, seguida da dança do Chorado e de um cortejo pelas ruas da cidade. A festividade segue até 28 de julho, na primeira capital do estado de Mato Grosso.
“A festança de Vila Bela da Santíssima Trindade não é apenas uma celebração local, mas um marco para a identidade cultural e histórica de Mato Grosso, ajudando a manter vivas as tradições que formaram o estado. Além disso, impulsiona o turismo e a economia regional, consolidando-se como um evento de relevância estadual e nacional. É um resgate histórico e cultural,” destacou o deputado Moretto.
Fazem parte da programação, ainda, as rezas cantadas realizadas nas casas do rei, da rainha, do imperador, da imperatriz e dos juízes, festeiros do evento. A agenda de rezas cantadas ocorre em todas as quatro homenagens religiosas da Festança.
O prefeito de Vila Bela, Dr. André (MDB), o secretário de Estado de Esporte Cultura e Lazer, David Moura, os deputados estaduais Dr. João (MDB), Eliseu Nascimento (PL), Juca do Guaraná (MDB) e Júlio Campos (União), o suplente Edcley Coelho (PSB), a deputada Federal Gisela Simona (União) e autoridades locais também estiveram presentes na solenidade.
A Festança de Vila Bela da Santíssima Trindade é realizada pela Associação das Tradicionais Irmandades de Vila Bela da Santíssima Trindade, com apoio da prefeitura municipal, da Assembleia Legislativa de Mato Grosso e patrocínio do governo do estado.
Toda a programação pode ser conferida neste link.
Fonte: ALMT – MT
Política
Gisela deixa cargo em secretaria em aberto e condiciona decisão à transição
A vice-governadora eleita de Mato Grosso, Gisela Simona (União Brasil), ainda não definiu qual será sua função na próxima gestão de Otaviano Pivetta (Republicanos). Ela não descarta assumir uma secretaria estadual, mas afirma que qualquer decisão dependerá da análise das necessidades do governo durante o período de transição.
Em entrevista ao programa Roda de Entrevista, Gisela explicou que uma comissão deverá avaliar o funcionamento das pastas, identificar os resultados positivos e apontar os setores que precisam de mudanças. O trabalho deve começar após o segundo turno das eleições presidenciais.
Segundo ela, a proposta é contribuir para a construção de uma administração alinhada ao perfil de Pivetta, considerando os resultados alcançados nos últimos anos e os desafios que ainda precisam ser enfrentados.
“Diante desse levantamento, que vou estar junto a essa comissão, é que a gente vai definir onde a gente pode ser mais importante para a governança”, afirmou.
Embora tenha defendido maior protagonismo durante a campanha, Gisela adotou cautela ao falar sobre a possibilidade de comandar uma secretaria. A vice-governadora eleita ressaltou que não há, até o momento, um acordo fechado sobre a função que poderá exercer além das atribuições próprias do cargo.
Ao comentar a experiência de Pivetta como vice-governador de Mauro Mendes, Gisela destacou que ele conseguiu contribuir com a administração sem necessariamente assumir o comando de uma pasta. Para ela, a atuação na próxima gestão deverá considerar as características de cada integrante do Executivo.
“Às vezes pode ser que, diante da transição e diante do que a gente observar, pode ser que seja necessário, mas não tem nada construído ainda”, declarou.
Gisela foi escolhida para compor a chapa de Pivetta após mudanças nas articulações políticas que antecederam a eleição. A futura vice-governadora afirmou que pretende participar da avaliação da máquina pública antes de definir como poderá colaborar com a nova administração.
A composição do secretariado e a distribuição das funções no governo, portanto, seguem em aberto. A expectativa é que as definições avancem após o diagnóstico da equipe de transição, levando em conta as prioridades e as necessidades identificadas em cada área.
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