Política
Cuiabá recebe a 28ª Marcha para Jesus com apoio da Assembleia Legislativa
Política
Cuiabá recebeu a 28ª edição da Marcha para Jesus, um dos maiores eventos religiosos de Mato Grosso, que reuniu mais de 2 mil fiéis. A realização contou com o apoio da Assembleia Legislativa de Mato Grosso, por meio de emenda parlamentar do deputado estadual Thiago Silva (MDB), e com o suporte do Governo do Estado. O evento, organizado pelo Conselho de Ministros Cristãos (COMEC), ocorreu no sábado (28).
Os participantes percorreram as principais avenidas da capital, como Isaac Póvoas, São Sebastião e 8 de Abril, encerrando o trajeto na Arena Pantanal, onde foram recebidos com shows de grandes nomes da música gospel, como Júlia Vitória, Milena Bolonhesi, Angielly, Bispo Reinaldo Silva e Louvor Aliança.
O deputado Thiago Silva é presidente da Frente Parlamentar Evangélica na Assembleia Legislativa e destacou a relevância da Marcha para Jesus no cenário religioso do estado. “Temos apoiado eventos religiosos em diversas cidades, como Rondonópolis, Vila Bela da Santíssima Trindade e Conquista D’Oeste, e hoje celebramos mais uma edição em Cuiabá. Parabenizo o Pr. Senna, o Comec e todos que contribuíram com a Marcha”, afirmou.
O governador Mauro Mendes (UB) prestigiou o evento e elogiou a iniciativa, sugerindo que a 29ª edição seja realizada no Parque Novo Mato Grosso, novo espaço de eventos do governo. “Em tempos de tantos desafios, é essencial fortalecermos nossa fé e seguirmos os ensinamentos da Bíblia Sagrada”, afirmou o governador.
O prefeito de Cuiabá, Abílio Junior (PL), também marcou presença no trajeto da Marcha, na Arena Pantanal e reafirmou seu compromisso em apoiar iniciativas que promovam a fé e a união.
A Marcha para Jesus é considerada uma das maiores celebrações cristãs do Brasil e consolida Mato Grosso como um estado que valoriza a liberdade religiosa e a manifestação da fé.
Fonte: ALMT – MT
Política
Gisela deixa cargo em secretaria em aberto e condiciona decisão à transição
A vice-governadora eleita de Mato Grosso, Gisela Simona (União Brasil), ainda não definiu qual será sua função na próxima gestão de Otaviano Pivetta (Republicanos). Ela não descarta assumir uma secretaria estadual, mas afirma que qualquer decisão dependerá da análise das necessidades do governo durante o período de transição.
Em entrevista ao programa Roda de Entrevista, Gisela explicou que uma comissão deverá avaliar o funcionamento das pastas, identificar os resultados positivos e apontar os setores que precisam de mudanças. O trabalho deve começar após o segundo turno das eleições presidenciais.
Segundo ela, a proposta é contribuir para a construção de uma administração alinhada ao perfil de Pivetta, considerando os resultados alcançados nos últimos anos e os desafios que ainda precisam ser enfrentados.
“Diante desse levantamento, que vou estar junto a essa comissão, é que a gente vai definir onde a gente pode ser mais importante para a governança”, afirmou.
Embora tenha defendido maior protagonismo durante a campanha, Gisela adotou cautela ao falar sobre a possibilidade de comandar uma secretaria. A vice-governadora eleita ressaltou que não há, até o momento, um acordo fechado sobre a função que poderá exercer além das atribuições próprias do cargo.
Ao comentar a experiência de Pivetta como vice-governador de Mauro Mendes, Gisela destacou que ele conseguiu contribuir com a administração sem necessariamente assumir o comando de uma pasta. Para ela, a atuação na próxima gestão deverá considerar as características de cada integrante do Executivo.
“Às vezes pode ser que, diante da transição e diante do que a gente observar, pode ser que seja necessário, mas não tem nada construído ainda”, declarou.
Gisela foi escolhida para compor a chapa de Pivetta após mudanças nas articulações políticas que antecederam a eleição. A futura vice-governadora afirmou que pretende participar da avaliação da máquina pública antes de definir como poderá colaborar com a nova administração.
A composição do secretariado e a distribuição das funções no governo, portanto, seguem em aberto. A expectativa é que as definições avancem após o diagnóstico da equipe de transição, levando em conta as prioridades e as necessidades identificadas em cada área.
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