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Comarca de Brasnorte seleciona profissionais de Serviço Social e Psicologia

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A Comarca de Brasnorte (580km de Cuiabá) torna pública a abertura de processo seletivo com a finalidade de credenciar pessoas físicas nas áreas de Serviço Social e Psicologia para atuarem na comarca, na forma de cadastro de reserva. As inscrições devem ser realizadas de 20 de julho a 21 de agosto de 2026, exclusivamente por meio do endereço eletrônico https://processoseletivo.tjmt.jus.br/. As informações constam do Edital nº 001/2026-DF-BRA, disponibilizado no Diário da Justiça Eletrônico desta segunda-feira (13).

Os interessados devem ser maiores de 21 anos, não possuir antecedentes criminais, não exercer cargo público e possuir bacharelado em Serviço Social ou Psicologia, em curso reconhecido pelo Ministério da Educação, além de registro no conselho regional da respectiva área profissional. No ato da inscrição é preciso enviar também toda a documentação exigida no edital e os documentos disponíveis nos anexos.

O processo de seleção será acompanhado pela Comissão de Apoio ao Processo Seletivo, composta pelo juiz substituto e diretor do Foro da Comarca de Brasnorte, Israel Tibes Wense de Almeida Gomes (coordenador), pelo gestor-geral Rafael Eduardo Rabelo Luiz e pela gestora administrativa Eduarda Spilere Moretto. Entre os critérios de avaliação estão o tempo de experiência profissional; títulos, como especializações, mestrado e doutorado; além de participações em congressos, seminários e afins.

Os profissionais credenciados nas duas áreas profissionais irão atuar no Juizado Especial Criminal, nas Varas Judiciais Cíveis e Criminais, nas Varas Especializadas da Infância e Juventude, nas Varas Especializadas de Violência Doméstica e Familiar Contra a Mulher e na Central de Penas e Medidas Alternativas – Cepa.

Autor: Nadja Vasques

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Gisela deixa cargo em secretaria em aberto e condiciona decisão à transição

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A vice-governadora eleita de Mato Grosso, Gisela Simona (União Brasil), ainda não definiu qual será sua função na próxima gestão de Otaviano Pivetta (Republicanos). Ela não descarta assumir uma secretaria estadual, mas afirma que qualquer decisão dependerá da análise das necessidades do governo durante o período de transição.

Em entrevista ao programa Roda de Entrevista, Gisela explicou que uma comissão deverá avaliar o funcionamento das pastas, identificar os resultados positivos e apontar os setores que precisam de mudanças. O trabalho deve começar após o segundo turno das eleições presidenciais.

Segundo ela, a proposta é contribuir para a construção de uma administração alinhada ao perfil de Pivetta, considerando os resultados alcançados nos últimos anos e os desafios que ainda precisam ser enfrentados.

“Diante desse levantamento, que vou estar junto a essa comissão, é que a gente vai definir onde a gente pode ser mais importante para a governança”, afirmou.

Embora tenha defendido maior protagonismo durante a campanha, Gisela adotou cautela ao falar sobre a possibilidade de comandar uma secretaria. A vice-governadora eleita ressaltou que não há, até o momento, um acordo fechado sobre a função que poderá exercer além das atribuições próprias do cargo.

Ao comentar a experiência de Pivetta como vice-governador de Mauro Mendes, Gisela destacou que ele conseguiu contribuir com a administração sem necessariamente assumir o comando de uma pasta. Para ela, a atuação na próxima gestão deverá considerar as características de cada integrante do Executivo.

“Às vezes pode ser que, diante da transição e diante do que a gente observar, pode ser que seja necessário, mas não tem nada construído ainda”, declarou.

Gisela foi escolhida para compor a chapa de Pivetta após mudanças nas articulações políticas que antecederam a eleição. A futura vice-governadora afirmou que pretende participar da avaliação da máquina pública antes de definir como poderá colaborar com a nova administração.

A composição do secretariado e a distribuição das funções no governo, portanto, seguem em aberto. A expectativa é que as definições avancem após o diagnóstico da equipe de transição, levando em conta as prioridades e as necessidades identificadas em cada área.

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