Política
Com participação de Wellington Fagundes, filiação de Bira da Econômica fortalece o PL em Primavera do Leste
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Segundo o senador, o momento reflete a expansão e a força do PL, que se consolidou como a principal legenda do país. “O PL é o maior partido do Brasil com a chegada do presidente Bolsonaro e, claro, aqui em Mato Grosso tivemos um resultado que todos admiram. Hoje, o PL tem a responsabilidade de administrar quase 50% da população mato-grossense por meio dos prefeitos eleitos”, destacou Fagundes.
O senador lembrou que, em Primavera, o prefeito Sérgio Manique venceu com o apoio do partido, e a chegada do Bira fortalece esse trabalho. “Um homem admirado, de fé, que traz experiência e credibilidade”, destacou. Ele também ressaltou a importância da participação feminina na política. “A Gislaine representa o protagonismo que queremos ver em todo o estado: guerreira, atuante, presidente do PL Mulher/MT e comprometida com a defesa da família. Apresentei um projeto que garante 30% das vagas partidárias às mulheres, porque a política só é completa quando representa todos”, afirmou o senador.
O novo filiado, Bira da Econômica,
destacou sua identificação com os valores defendidos pelo partido. “Procurei o PL porque buscava um partido que defendesse meus valores: família, liberdade e fé cristã. O PL me acolheu, eu abracei o partido, e juntos vamos construir um Mato Grosso melhor, uma Primavera melhor e um Brasil melhor”, declarou.
Já Gislaine Yamashita celebrou o novo momento do PL reforçando o espírito de união e o fortalecimento da sigla no estado. “Nós vamos, juntos, fazer com que o nosso partido cresça ainda mais. É a direita trabalhando unida em prol do nosso país e da nossa cidade. O PL está conquistando homens, mulheres e a juventude, pra que Mato Grosso e o Brasil continuem sendo referência, produzindo o que é mais importante: alimentos e garantindo a segurança alimentar. A nossa casa será abençoada e, se Deus quiser, teremos um na Assembleia Legislativa e um na Câmara Federal”, afirmou.
Encerrando o encontro, Wellington Fagundes reforçou seu alinhamento com o ex-presidente Jair Bolsonaro, destacando o legado e a importância do movimento que ele representa. “O bolsonarismo é um movimento de resistência. O nosso presidente Bolsonaro tem sido alvo de injustiça, mesmo após conduzir um governo sem casos de corrupção. Mas o PL segue se fortalecendo em todo o país e em Mato Grosso, como um partido de transformação, comprometido com os valores da liberdade, da fé, da família e do desenvolvimento”, concluiu.
Política
Abilio provoca universitários e professores e diz que ajudam campanha de Flávio
O prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini (PL), direcionou críticas a estudantes e professores da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) e da Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat) durante o lançamento da Casa 22, realizado na terça-feira (13), na capital. No evento de mobilização em apoio a Flávio Bolsonaro (PL) à Presidência da República, o prefeito usou provocações para se referir a grupos ligados à esquerda.
Ao desafiar integrantes das universidades públicas a fazer campanha para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Abilio mencionou maconha, cocaína e a imagem do revolucionário Che Guevara.
“Vai com o seu baseado, com suas drogas, vai com a maconha, vai com a cocaína, vai com a camisa do Che Guevara, vai com toda a porcaria que tá instalada dentro das nossas universidades públicas, às ruas pedir voto”, declarou.
Na sequência, o prefeito afirmou que manifestações de estudantes e professores identificados com a esquerda poderiam acabar favorecendo a candidatura adversária.
“Esses alunos, esses professores militantes são os melhores cabos eleitorais para o Flávio Bolsonaro”, disse.
A fala ocorreu em meio à articulação de lideranças políticas e apoiadores da direita para ampliar a votação de Flávio Bolsonaro em Mato Grosso no segundo turno. A Casa 22 foi organizada em Cuiabá para concentrar atividades e mobilizações da campanha no estado.
Durante o discurso, Abilio também abordou questões relacionadas à segurança pública, mencionando integrantes de facções criminosas e ameaças contra lideranças religiosas. Na ocasião, defendeu que pessoas envolvidas nessas situações não contem com apoio do governo estadual e citou uma ação da Polícia Militar contra um suspeito que, segundo ele, teria feito ameaças.
O prefeito ainda pediu empenho dos apoiadores para ampliar a votação do candidato do PL em Mato Grosso. Na avaliação dele, o estado poderia contribuir com mais 200 mil votos no segundo turno. “Cada voto conta”, afirmou, ao estimar que a diferença nacional entre Flávio Bolsonaro e Lula poderia ficar entre 2 milhões e 3 milhões de votos.
As declarações ampliam o tom de confronto político adotado por Abilio contra setores ligados à esquerda e às universidades públicas durante a campanha presidencial. O evento reuniu apoiadores e lideranças alinhadas ao PL em torno da estratégia de mobilização eleitoral no estado.
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