Política
Com ajuda de Wellington Fagundes, Cáceres pode receber até 4 milhões para reforma de catedral.
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Cáceres comemora nesta segunda-feira (06/10) 247 anos, que foram celebrados com uma excelente notícia durante visita do senador Wellington Fagundes na última sexta-feira. Recepcionado pela prefeita Eliene Liberato, Wellington participou do Congresso Municipal de Educação, visitou a tradicional Expocáceres no Parque de Exposições e esteve na Catedral de São Luiz, cartão-postal e símbolo da identidade local.
Depois de uma grande articulação em Brasília para a captação de recursos via Lei Rouanet, Fagundes comemorou em Cáceres que o município pode receber aproximadamente R$ 4 milhões. Além disso, confirmou a doação, em parceria com empresários, de toda a resina necessária para a obra de restauração da igreja.
“Nosso papel foi articular junto aos ministérios a captação de recursos para preservar esse monumento histórico”, afirmou Wellington Fagundes.
O padre Jair Fante, pároco responsável pela Catedral, ressaltou a importância do templo: “A vida de Cáceres acontece ao redor da igreja. Ela tem relevância não apenas para os fiéis, mas também para a história e a cultura da cidade.”
A prefeita Eliene Liberato destacou o empenho do senador e agradeceu a parceria. “O trabalho do senador Wellington tem sido fundamental para darmos andamento à restauração. Estamos falando de um patrimônio que é símbolo da nossa cidade e que carrega a história de gerações de cacerenses.”
Sobre a catedral
Localizada na Praça Barão do Rio Branco, no coração de Cáceres, a Catedral de São Luiz é considerada um dos monumentos mais importantes de Mato Grosso. Sua construção começou em 1919, sob o projeto do arquiteto francês Leon Joseph Louis Mounier, o mesmo responsável pela Igreja do Bom Despacho, em Cuiabá. Inspirada na Catedral de Notre Dame, em Paris, a edificação combina elementos góticos e neogóticos, consolidando-se como um marco arquitetônico e religioso. Mais de meio século após sua conclusão, a Catedral enfrenta novos desafios estruturais, o que torna urgente a sua restauração.
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Abilio provoca universitários e professores e diz que ajudam campanha de Flávio
O prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini (PL), direcionou críticas a estudantes e professores da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) e da Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat) durante o lançamento da Casa 22, realizado na terça-feira (13), na capital. No evento de mobilização em apoio a Flávio Bolsonaro (PL) à Presidência da República, o prefeito usou provocações para se referir a grupos ligados à esquerda.
Ao desafiar integrantes das universidades públicas a fazer campanha para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Abilio mencionou maconha, cocaína e a imagem do revolucionário Che Guevara.
“Vai com o seu baseado, com suas drogas, vai com a maconha, vai com a cocaína, vai com a camisa do Che Guevara, vai com toda a porcaria que tá instalada dentro das nossas universidades públicas, às ruas pedir voto”, declarou.
Na sequência, o prefeito afirmou que manifestações de estudantes e professores identificados com a esquerda poderiam acabar favorecendo a candidatura adversária.
“Esses alunos, esses professores militantes são os melhores cabos eleitorais para o Flávio Bolsonaro”, disse.
A fala ocorreu em meio à articulação de lideranças políticas e apoiadores da direita para ampliar a votação de Flávio Bolsonaro em Mato Grosso no segundo turno. A Casa 22 foi organizada em Cuiabá para concentrar atividades e mobilizações da campanha no estado.
Durante o discurso, Abilio também abordou questões relacionadas à segurança pública, mencionando integrantes de facções criminosas e ameaças contra lideranças religiosas. Na ocasião, defendeu que pessoas envolvidas nessas situações não contem com apoio do governo estadual e citou uma ação da Polícia Militar contra um suspeito que, segundo ele, teria feito ameaças.
O prefeito ainda pediu empenho dos apoiadores para ampliar a votação do candidato do PL em Mato Grosso. Na avaliação dele, o estado poderia contribuir com mais 200 mil votos no segundo turno. “Cada voto conta”, afirmou, ao estimar que a diferença nacional entre Flávio Bolsonaro e Lula poderia ficar entre 2 milhões e 3 milhões de votos.
As declarações ampliam o tom de confronto político adotado por Abilio contra setores ligados à esquerda e às universidades públicas durante a campanha presidencial. O evento reuniu apoiadores e lideranças alinhadas ao PL em torno da estratégia de mobilização eleitoral no estado.
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