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Após requerimento de Coronel Fernanda, Daniel Vorcaro, do Banco Master, depõe nesta segunda (23)

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A deputada federal Coronel Fernanda (PL-MT) é uma das autoras do requerimento que solicitou a convocação de Daniel Vorcaro para prestar depoimento na CPMI do INSS. No documento, a parlamentar destaca que a oitiva é “imprescindível para o esclarecimento das possíveis implicações da instituição nas fraudes investigadas” pela comissão.

Vorcaro, que é CEO do Banco Master, foi convocado para prestar esclarecimentos sobre operações que teriam ligação com recursos vinculados ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). A comissão busca entender a natureza das transações, os critérios adotados e eventuais responsabilidades administrativas ou legais. Ele presta depoimento na próxima segunda-feira (23/02).

“Nosso compromisso é com a verdade e com a proteção dos aposentados e pensionistas. Se houver irregularidade, os responsáveis precisam ser identificados e punidos. Não vamos permitir que o dinheiro do trabalhador seja alvo de qualquer esquema”, pontuou.

Segundo a parlamentar, que é a autora da CPMI do INSS, a antecipação do depoimento é fundamental para garantir transparência e dar respostas rápidas à sociedade. A expectativa é de que os depoimentos previstos para a próxima semana representem um avanço na apuração das responsabilidades com relação aos descontos consignados bancários.

“Estamos lidando com pessoas que trabalharam a vida inteira e dependem da aposentadoria para sobreviver. A CPMI não será palco de discurso, mas instrumento de justiça. Vamos até o fim para garantir respeito aos aposentados e pensionistas do Brasil”.

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Abilio provoca universitários e professores e diz que ajudam campanha de Flávio

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O prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini (PL), direcionou críticas a estudantes e professores da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) e da Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat) durante o lançamento da Casa 22, realizado na terça-feira (13), na capital. No evento de mobilização em apoio a Flávio Bolsonaro (PL) à Presidência da República, o prefeito usou provocações para se referir a grupos ligados à esquerda.

Ao desafiar integrantes das universidades públicas a fazer campanha para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Abilio mencionou maconha, cocaína e a imagem do revolucionário Che Guevara.

“Vai com o seu baseado, com suas drogas, vai com a maconha, vai com a cocaína, vai com a camisa do Che Guevara, vai com toda a porcaria que tá instalada dentro das nossas universidades públicas, às ruas pedir voto”, declarou.

Na sequência, o prefeito afirmou que manifestações de estudantes e professores identificados com a esquerda poderiam acabar favorecendo a candidatura adversária.

“Esses alunos, esses professores militantes são os melhores cabos eleitorais para o Flávio Bolsonaro”, disse.

A fala ocorreu em meio à articulação de lideranças políticas e apoiadores da direita para ampliar a votação de Flávio Bolsonaro em Mato Grosso no segundo turno. A Casa 22 foi organizada em Cuiabá para concentrar atividades e mobilizações da campanha no estado.

Durante o discurso, Abilio também abordou questões relacionadas à segurança pública, mencionando integrantes de facções criminosas e ameaças contra lideranças religiosas. Na ocasião, defendeu que pessoas envolvidas nessas situações não contem com apoio do governo estadual e citou uma ação da Polícia Militar contra um suspeito que, segundo ele, teria feito ameaças.

O prefeito ainda pediu empenho dos apoiadores para ampliar a votação do candidato do PL em Mato Grosso. Na avaliação dele, o estado poderia contribuir com mais 200 mil votos no segundo turno. “Cada voto conta”, afirmou, ao estimar que a diferença nacional entre Flávio Bolsonaro e Lula poderia ficar entre 2 milhões e 3 milhões de votos.

As declarações ampliam o tom de confronto político adotado por Abilio contra setores ligados à esquerda e às universidades públicas durante a campanha presidencial. O evento reuniu apoiadores e lideranças alinhadas ao PL em torno da estratégia de mobilização eleitoral no estado.

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