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PRF intensifica fiscalização nas rodovias de Mato Grosso durante o feriado de Corpus Christi 2026

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A Polícia Rodoviária Federal (PRF) inicia, nesta quarta-feira (03), a Operação Corpus Christi 2026 em Mato Grosso. A mobilização segue até o domingo (07), com reforço na fiscalização e no policiamento das rodovias federais que cortam o estado, com foco na prevenção de sinistros de trânsito e na promoção da segurança viária durante o feriado prolongado.

Durante o período da operação, equipes da PRF estarão posicionadas em pontos estratégicos das BRs, com utilização de etilômetros, radares móveis e monitoramento em tempo real. As ações priorizam o enfrentamento às condutas de risco, como dirigir sob efeito de álcool, ultrapassagens proibidas e excesso de velocidade, fatores diretamente relacionados às ocorrências graves nas rodovias federais.

Restrição de tráfego para veículos de carga

Além do reforço operacional, a PRF realizará restrição temporária de circulação para veículos de carga com Autorização Especial de Trânsito (AET) ou Autorização Específica (AE) em rodovias federais de pista simples.

As restrições ocorrerão nos seguintes dias e horários:

Quarta-feira (03/06): das 16h às 22h
Quinta-feira (04/06): das 06h às 12h
Domingo (07/06): das 16h às 22h

A medida busca melhorar a fluidez do trânsito e ampliar a segurança dos usuários das rodovias federais durante os períodos de maior movimentação.

A restrição se aplica a veículos ou combinações de veículos, passíveis ou não de AET ou AE, que excedam qualquer um dos seguintes limites:

2,60 metros de largura
4,40 metros de altura
19,80 metros de comprimento
58,5 toneladas de PBTC

Em rodovias federais duplicadas, o trânsito desses veículos permanece liberado.

Orientações da PRF para uma viagem segura

A Polícia Rodoviária Federal orienta os condutores a realizarem revisão preventiva nos veículos antes de viajar, verificando pneus, freios, sistema de iluminação e limpadores de para-brisa.

Também é fundamental respeitar os limites de velocidade, manter distância segura entre veículos, utilizar cinto de segurança em todos os assentos e nunca dirigir após consumir bebida alcoólica.

A PRF reforça ainda que o planejamento da viagem e a condução responsável são essenciais para reduzir riscos e preservar vidas nas rodovias federais.

Em situações de emergência, o telefone de atendimento da PRF é o 191.

Fonte: PRF – MT

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Sindicato cobra solução urgente para descontos de consignados

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A recente Operação Fugazi, deflagrada pela Polícia Federal (PF) contra fraudes bilionárias em empréstimos consignados, comprova o que o SINDSPPEN-MT e diversas outras entidades representativas do funcionalismo público de Mato Grosso denunciam há tempos.

Com a retomada recente dos descontos em folha, os valores cobrados dos servidores passaram a ser retidos e depositados em uma conta sob o controle direto do governo do Estado até que as investigações sejam concluídas. O SINDSPPEN-MT e as demais representações sindicais avaliam que, embora a medida impeça que o dinheiro chegue às empresas sob suspeita, ela não resolve o problema principal. Na prática, o funcionalismo público continua sofrendo o desconto mensal e vendo sua renda familiar minguar.

A ação da Polícia Federal dá força à cobrança coletiva por uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT). No entanto, as lideranças sindicais alertam que os trabalhadores não podem ficar esperando os ritos e prazos políticos do parlamento.

“Apoiamos as investigações e a instalação da CPI na Assembleia, mas precisamos ser realistas. Uma comissão parlamentar leva meses para apresentar resultados, e as parcelas são cobradas todo mês. O policial penal e todos os demais servidores precisam de uma solução agora. A geladeira não espera a conclusão de um relatório político”, pontua Lucivaldo Vieira de Sousa, presidente do SINDSPPEN-MT.

A demora para uma decisão definitiva sobre esses contratos tem empurrado milhares de profissionais de diferentes setores do Estado para o superendividamento.

Com a confirmação de que instituições que operavam no sistema do estado são alvo da Polícia Federal, as representações dos servidores defendem que o governo estadual utilize suas prerrogativas para anular os contratos considerados lesivos e abusivos.

A proposta das entidades é que o Estado não se limite a guardar o dinheiro descontado, mas sim que adote uma postura para suspender de vez as cobranças das operadoras investigadas. Essa medida deve garantir que nenhum trabalhador seja punido com restrições em seu nome ou juros adicionais durante o impasse judicial.

“Estamos lidando com a subsistência de pais e mães de família de todas as áreas do serviço público de Mato Grosso. O salário do servidor não pode continuar retido para alimentar uma disputa jurídica sem prazo para acabar. Queremos uma resposta rápida do Estado”, cobra a presidência do SINDSPPEN-MT.

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