Polícia

Polícia Militar prende suspeito por tentativa de homicídio em Rondonópolis

Publicado em

Polícia

Policiais militares do 5º Batalhão prenderam, nesta quinta-feira (25.6), um homem, de 27 anos, suspeito por tentativa de homicídio, em Rondonópolis (220 km de Cuiabá). A vítima, de 32 anos, foi esfaqueada, após um desentendimento com o denunciado que teria iniciado no último fim de semana.

Os militares receberam informações de que havia um homem esfaqueado no bairro Iguaçu. No local, equipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) prestaram atendimento à vítima, que apresentava cinco perfurações pelo corpo, sendo três na região do abdômen, uma na mão direita e outra no braço esquerdo. O homem foi levado para uma unidade de saúde.

Testemunhas relataram que o suspeito pelo crime havia se escondido em um estabelecimento comercial desativado nas proximidades. Com apoio de outra equipe, os policiais realizaram buscas no imóvel, localizaram o denunciado e apreenderam uma faca.

Os militares foram informados, ainda, que a suposta motivação do crime teria sido um desentendimento ocorrido no último domingo (21.6), devido a um som alto, prejudicando o funcionamento do espetinho da vítima. Após ser solicitado para reduzir o volume, o suspeito teria reagido com ofensas.

Nesta sexta-feira, enquanto a vítima organizava cadeiras na calçada para abrir o estabelecimento, o suspeito apareceu armado com uma faca e passou a persegui-la. O comerciante tentou fugir, mas foi alcançado nas proximidades de sua residência, onde foi atingido pelos golpes.

O suspeito foi encaminhado à delegacia para registro do boletim de ocorrência.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Fonte: PM MT – MT

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

Polícia

Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri

Publicados

em

Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.

Fonte: Ministério Público MT – MT

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

POLÍTICA

POLÍCIA

ESPORTES

ENTRETENIMENTO

MAIS LIDAS DA SEMANA