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Polícia Militar prende homem por tráfico de drogas e recupera câmeras furtadas do Vigia Mais MT

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Policiais militares prenderam um jovem de 24 anos, suspeito de tráfico ilícito de drogas, na madrugada desta quarta-feira (13.8), em São José do Xingu. Com o criminoso, foram encontradas 26 porções de drogas e uma quantia de R$ 2,2 mil em dinheiro. Na ação, a PM também recuperou câmeras do Vigia Mais MT, que haviam sido furtadas.

A equipe policial recebeu uma ocorrência de furto de três câmeras do programa Vigia Mais MT. De imediato, os policiais iniciaram diligências em busca dos suspeitos.

Os militares receberam uma denúncia com informações do endereço de um dos suspeitos e de que a ação foi executada sob o mando de uma facção criminosa. A equipe se deslocou ao endereço indicado.

No local, os policiais foram informados pela mãe do suspeito de que ele estaria na casa da namorada. Durante as buscas na residência, a equipe encontrou 11 porções de maconha e 15 porções de pasta base de cocaína, uma quantia em dinheiro, além de material de preparo, máquina de cartão e uma máscara.

Os policiais se deslocaram até a casa da namorada e localizaram o suspeito, que danificou o celular durante a abordagem. Questionado sobre o furto das câmeras, o homem informou que o responsável pelo furto é seu primo e indicou o endereço, além de informar que ele pertence a uma facção criminosa.

Durante as buscas no terceiro local, foram encontradas duas câmeras em um terreno ao lado da residência. Diante dos fatos, o suspeito foi encaminhado para a delegacia, com o material apreendido, para as providências que o caso requer.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

*Sob supervisão Wellyngton Souza

Fonte: PM MT – MT

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Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri

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Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.

Fonte: Ministério Público MT – MT

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