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Polícia Militar prende cinco pessoas por tráfico de drogas em Barra do Garças

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Equipes do 2º Batalhão e da Companhia de Rondas e Ações Intensivas Ostensivas (Raio) do 5º Comando Regional prenderam quatro homens e uma mulher por tráfico ilícito de drogas, na noite desta quarta-feira (7.1), em Barra do Garças. As prisões ocorreram em duas ações, onde também foram apreendidas porções de maconha e cocaína.

Em uma das ocorrências, a equipe do Grupo de Apoio (GAP) do 2º BPM estava em patrulhamento pela Operação Tolerância Zero e recebeu denúncias sobre um ponto de venda de drogas, no bairro Nova Barra do Garças.

Os policiais localizaram o imóvel e confirmaram a ocorrência. No local, encontraram três homens e uma mulher, que foram abordados. Durante a revista na residência, foram apreendidas 17 porções de maconha, além de uma quantidade adicional da droga armazenada separadamente, e sete porções de cocaína.

Ainda no imóvel, também foram apreendidos objetos utilizados no tráfico de drogas, como balança de precisão, papel filme e aparelhos celulares. Todo o grupo recebeu voz de prisão em flagrante e foi conduzido para a delegacia da cidade.


Na segunda ocorrência registrada, a equipe da Companhia Raio realizava motopatrulhamento pela área do Porto do Baé quando recebeu denúncia anônima informando que indivíduos estariam reunidos no local usando e vendendo drogas.

Com base nas informações levantadas, os policiais intensificaram as diligências e conseguiram localizar o suspeito às margens de um rio, nas proximidades de um estabelecimento da região. Durante a abordagem, os agentes encontraram com ele uma bolsa contendo dinheiro em espécie, além de porções de substâncias análogas à maconha e à pasta base de cocaína.

Diante do flagrante, o suspeito foi detido e encaminhado para a delegacia, juntamente com todo o material apreendido, para as providências legais cabíveis.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Fonte: PM MT – MT

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Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri

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Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.

Fonte: Ministério Público MT – MT

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