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Polícia Militar identifica suspeito de violência doméstica em Arenápolis

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Policiais militares do 14º Comando Regional identificaram e prenderam, na noite deste domingo (21.6), um homem, de 51 anos, suspeito por violência doméstica que culminou em uma tentativa de homicídio contra um policial militar, no município de Arenápolis (234 km de Cuiabá).

Durante o desdobramento da Operação Escudo Feminino, as equipes receberam denúncia de uma mulher, de 39 anos, relatando ter sido agredida pelo companheiro. A vítima ressaltou que teve seu celular destruído pelo denunciado e posteriormente conseguiu fugir da residência.

Diante dos fatos, os militares da 9ª Companhia Independente se deslocaram até o endereço do indivíduo. Durante tentativa de abordagem, as equipes realizaram diversas verbalizações para que o suspeito deixasse a residência.

Em certo momento, o homem avançou contra as equipes utilizando um facão. Um militar foi ferido na mão esquerda. O militar recebeu atendimento no Pronto Atendimento de Saúde de Arenápolis e, posteriormente, foi transferido para o Hospital Municipal de Cuiabá.

Após o ocorrido, equipes do 2º Pelotão do município de Nortelândia foram acionadas para se deslocaram até o endereço do suspeito. O homem foi encontrado escondido aos fundos da casa ainda portando o facão utilizado na agressão.

Em nova tentativa de abordagem, o suspeito investiu contra a equipe, sendo necessário o disparo de arma de fogo revidando à injusta agressão. O homem foi baleado e socorrido até o Pronto Atendimento de Saúde, no entanto não resistiu e veio à óbito na madrugada desta segunda-feira (22.6).

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Fonte: PM MT – MT

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Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri

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Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.

Fonte: Ministério Público MT – MT

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