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Polícia Militar conduz dois faccionados em flagrante por tráfico de drogas

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Policiais militares do 19º Batalhão apreenderam um adolescente, de 15 anos, e prenderam um homem, de 18 anos, por tráfico ilícito de drogas, em Tangará da Serra. Os dois suspeitos foram identificados como membros de facção criminosa e presos em ações registradas na noite desta terça-feira (26.8) e madrugada de quarta-feira (27).

Na primeira ocorrência, a equipe do 19º BPM recebeu denúncias via 190 sobre uma pessoa que estava vendendo drogas na praça do bairro Jardim Califórnia. No local, os policiais localizaram um adolescente que estava carregando uma sacola com pinos contendo cocaína.

Em depoimento aos policiais, o suspeito afirmou ser usuário e que dentro de casa havia mais entorpecentes guardados. Os militares seguiram até o endereço do suspeito e fizeram buscas, após autorização concedida pela mãe dele, encontrando mais pinos e porções de cocaína. Ele recebeu voz de prisão e foi conduzido até a delegacia da cidade.

Horas depois, já na madrugada de quarta-feira (27), os policiais foram acionados para atender uma ocorrência de perturbação do sossego, onde vizinhos denunciaram volume alto de som e grande movimentação de motocicletas na região.

Os policiais seguiram ao endereço informado e flagraram o morador da casa fugindo com a chegada das viaturas militares. Imediatamente, a PM fez acompanhamento e deteve o suspeito. Com ele, foram apreendidas porções de pasta base de cocaína e maconha.

Ele confessou que vendia drogas e recebeu voz de prisão dos policiais, sendo conduzido para a delegacia da cidade para registro da ocorrência e demais providências.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Fonte: PM MT – MT

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Júri condena mercenários a mais de 71 anos de prisão

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Os réus Claudiomar Garcia de Carvalho e Jefferson Fátimo da Silva, apontados pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) como integrantes de um grupo de extermínio que atuava mediante ações de mercenários na região metropolitana de Cuiabá, foram condenados, na última quinta-feira (8), pelo Tribunal do Júri a penas que somam 71 anos e 9 meses de reclusão em regime fechado.
Claudiomar Garcia de Carvalho recebeu pena de 38 anos e 6 meses de prisão, enquanto Jefferson Fátimo da Silva foi condenado a 33 anos e 3 meses. A acusação em plenário foi sustentada pelo promotor de Justiça Vinícius Gahyva Martins.
Os dois réus foram condenados pela participação no homicídio qualificado de Fábio José Brandão da Silva e por duas tentativas de homicídio qualificadas contra Edivaldo Henrique Pereira Mendes e Wanderson Diego Pereira Laranja.
Os jurados reconheceram as qualificadoras de motivo torpe e recurso que dificultou a defesa das vítimas, além da causa de aumento de pena decorrente da atuação em grupo de extermínio.
Conforme a denúncia do MPMT, os crimes ocorreram na madrugada de 8 de outubro de 2015, em frente ao ponto “Moto Táxi Cohab Cristo Rei”, no bairro Cristo Rei, em Várzea Grande. As vítimas estavam reunidas quando foram surpreendidas por disparos efetuados a partir de uma ação planejada por integrantes da organização criminosa.
Fábio José Brandão da Silva morreu no local. Já Edivaldo Henrique Pereira Mendes foi atingido por um disparo nas costas e sobreviveu após atendimento médico, enquanto Wanderson Diego Pereira Laranja conseguiu fugir sem ser baleado.
De acordo com as investigações, Jefferson Fátimo da Silva forneceu o veículo utilizado pelos executores para chegar ao local do crime, enquanto Claudiomar Garcia de Carvalho foi responsável por disponibilizar a pistola utilizada nos homicídios.
O Ministério Público demonstrou que ambos integravam uma estrutura criminosa voltada à execução de pessoas consideradas, pelos próprios integrantes do grupo, como envolvidas com atividades ilícitas. A organização agia à margem da lei, promovendo uma espécie de “tribunal do crime” e executando suas vítimas em ações características de grupo de extermínio.
Segundo a denúncia, os crimes tiveram como motivação um suposto sentimento de vingança e o propósito de realizar uma “limpeza social”, circunstância reconhecida pelos jurados ao acolherem a qualificadora de motivo torpe. Também ficou comprovado que o ataque foi realizado de forma repentina, dificultando qualquer possibilidade de defesa das vítimas.
A sentença foi proferida pelo juiz-presidente do Tribunal do Júri, Marcos Faleiros da Silva, em conformidade com o veredicto do Conselho de Sentença.

Fonte: Ministério Público MT – MT

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