Polícia
Polícia Militar conduz cinco faccionados e apreende brinquedos que seriam distribuídos por facção
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Equipes do 13º Batalhão e da Cavalaria de Lucas do Rio Verde prenderam uma mulher, três homens e uma adolescente, todos faccionados, na noite deste sábado (11.10), no município. Com os suspeitos, foram apreendidas porções de drogas e uma caixa com brinquedos e doces que seriam distribuídos para crianças, em nome de uma facção criminosa.
Conforme o boletim de ocorrência, as equipes realizavam patrulhamento ostensivo e flagraram um grupo de pessoas em suspeita, na frente de uma casa. Ao se aproximarem do local para abordagem, os militares viram que um homem tentou fugir para o interior da residência.
Na revista aos suspeitos, os policiais encontraram algumas porções de maconha e pasta base. Questionados se havia mais materiais ilícitos dentro da casa, a suspeita, que se apresentou como proprietária do imóvel, autorizou os militares fazerem buscas.
Dentro da casa, foram encontrados um tablete de maconha e mais porções da mesma droga. Ainda no local, a PM localizou uma caixa contendo refrigerantes, doces e diversos tipos de brinquedos, como bonecas e carros.
Ao ser perguntada sobre a procedência do material, a mulher disse que recebeu os produtos de membros de facção criminosa e que os brinquedos seriam distribuídos para crianças daquele bairro, em uma comemoração do Dia das Crianças que seria organizada pela facção.
Diante da situação, todos os suspeitos receberam voz de prisão e foram encaminhados para a delegacia da cidade, com todo o material apreendido, para registro da ocorrência e demais providências.
Disque–denúncia
A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.
Fonte: PM MT – MT
Polícia
Sindicato cobra solução urgente para descontos de consignados
A recente Operação Fugazi, deflagrada pela Polícia Federal (PF) contra fraudes bilionárias em empréstimos consignados, comprova o que o SINDSPPEN-MT e diversas outras entidades representativas do funcionalismo público de Mato Grosso denunciam há tempos.
Com a retomada recente dos descontos em folha, os valores cobrados dos servidores passaram a ser retidos e depositados em uma conta sob o controle direto do governo do Estado até que as investigações sejam concluídas. O SINDSPPEN-MT e as demais representações sindicais avaliam que, embora a medida impeça que o dinheiro chegue às empresas sob suspeita, ela não resolve o problema principal. Na prática, o funcionalismo público continua sofrendo o desconto mensal e vendo sua renda familiar minguar.
A ação da Polícia Federal dá força à cobrança coletiva por uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT). No entanto, as lideranças sindicais alertam que os trabalhadores não podem ficar esperando os ritos e prazos políticos do parlamento.
“Apoiamos as investigações e a instalação da CPI na Assembleia, mas precisamos ser realistas. Uma comissão parlamentar leva meses para apresentar resultados, e as parcelas são cobradas todo mês. O policial penal e todos os demais servidores precisam de uma solução agora. A geladeira não espera a conclusão de um relatório político”, pontua Lucivaldo Vieira de Sousa, presidente do SINDSPPEN-MT.
A demora para uma decisão definitiva sobre esses contratos tem empurrado milhares de profissionais de diferentes setores do Estado para o superendividamento.
Com a confirmação de que instituições que operavam no sistema do estado são alvo da Polícia Federal, as representações dos servidores defendem que o governo estadual utilize suas prerrogativas para anular os contratos considerados lesivos e abusivos.
A proposta das entidades é que o Estado não se limite a guardar o dinheiro descontado, mas sim que adote uma postura para suspender de vez as cobranças das operadoras investigadas. Essa medida deve garantir que nenhum trabalhador seja punido com restrições em seu nome ou juros adicionais durante o impasse judicial.
“Estamos lidando com a subsistência de pais e mães de família de todas as áreas do serviço público de Mato Grosso. O salário do servidor não pode continuar retido para alimentar uma disputa jurídica sem prazo para acabar. Queremos uma resposta rápida do Estado”, cobra a presidência do SINDSPPEN-MT.
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