Polícia
Polícia Civil reúne diretores para discutir sobre resultados e metas institucionais de 2025
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¿A Polícia Civil de Mato Grosso realizou, entre terça-feira (2.12) e quarta-feira (4.12), mais uma edição da “Reunião Gerencial”, com o objetivo de discutir os resultados institucionais apresentados pelas unidades policiais em 2025.
No encontro, foram apresentadas ações e resultados obtidos pela Diretoria-Geral, Diretoria-Geral Adjunta, Diretoria Metropolitana, Diretoria do Interior, Diretoria de Atividades Especiais, Diretoria de Administração Sistêmica, Diretoria de Inteligência, Academia de Polícia (Acadepol), Corregedoria-Geral de Polícia e pelas 15 Regionais e suas respectivas unidades policiais.
No primeiro dia do evento, foram apresentadas as metas e os resultados alcançados pela Diretoria do Interior. No segundo dia, foram realizadas apresentações das ações desencadeadas pelas atividades gerenciais. E, no último dia, foi realizado o encerramento do evento, com a conclusão dos estudos, bem como o apontamento das metas e dos desafios a serem implantados no ano de 2026.
Conforme a delegada-geral da Polícia Civil, Daniela Maidel, o encontro é um importante instrumento para dimensionar as ações institucionais e avaliar o que deve ser mantido e o que precisa ser redirecionado, diante do planejamento estratégico apresentado para 2025, além de ser um momento oportuno para identificar os apontamentos feitos para melhoria e novo direcionamento de metas e ações para 2026.
“Estou extremamente orgulhosa diante do trabalho desenvolvido pelos nossos policiais. Mesmo diante das inúmeras dificuldades que nosso cotidiano de trabalho apresenta, temos evoluído e prestado um serviço eficiente à população”, considerou Maidel.
Sequência de reuniões
Conforme a delegada-geral, as Reuniões Gerenciais ocorrem de forma sistêmica ao longo do ano. A primeira é realizada no início de cada ano, com o intuito de planejar as ações que serão desenvolvidas ao longo do período. A segunda é promovida no meio do ano, quando são implementados alguns ajustes no planejamento operacional até então elaborado. E, por fim, a última reunião consiste na avaliação do que foi planejado e executado ao longo do ano.
“A proposta é avaliar e considerar o que, de fato, deu certo e o que precisamos melhorar. É uma oportunidade de colher dos nossos diretores e gestores as sugestões para o próximo ano. É um grande instrumento de gestão, em que avaliamos o desempenho da nossa instituição ao longo do ano”, concluiu a delegada-geral.
Fonte: Policia Civil MT – MT
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Emeb Abdala José de Almeida encerra Semana dos Migrantes e Refugiados com apresentação de danças e ato ecológico
A Escola Municipal de Educação Básica (EMEB) Abdala José de Almeida – reuniu nesta sexta-feira (28) as unidades das regiões Leste e Oeste, para o encerramento da 1ª Semana do Imigrante e do Refugiado de Várzea Grande. A iniciativa, promovida pela Secretaria de Educação Cultura, Esporte e Lazer (Smcel) – por meio do núcleo de programas e projetos – teve por objetivo debater e fortalecer as práticas pedagógicas de acolhimento e valorização da diversidade cultural nas escolas.
A titular da pasta, Maria Fernanda Figueiredo participou do evento e destacou a importância desses movimentos que só as escolas sabem promover, e o quanto isso transforma a vida das crianças, da comunidade e da sociedade. “Sob o tema “Semeando o Futuro” este evento coroou uma semana repleta de reflexões, atividades realizadas em sala de aula, exposições de trabalhos e apresentações culturais desenvolvidas pelos estudantes, e isso tudo é muito relevante porque nós precisamos entender que não temos divisões no mundo, ele é um só e de todos que habitam nele. Então todos os migrantes e refugiados compõem o mesmo espaço do nosso planeta, e é exatamente isso que a escola defende”, ressaltou.
A gestora destacou ainda que a secretaria de Educação, atende atualmente, cerca de 700 alunos de família de migrantes e que todos têm os mesmos direitos assegurados pelos brasileiros natos. “E é por isso que estamos aqui para dizer a vocês que são o futuro do país, que possam viver na prática, combatendo a desigualdade, lutando pelos seus direitos e entendendo que todas as pessoas têm direito ao mesmo céu, o mesmo sol e a mesma lua. Que o acolhimento de hoje seja com certeza a finalização de um trabalho desenvolvido em sala de aula do conteúdo, do planejamento e que hoje está culminando nessas apresentações”.
A coordenadora pedagógica Marilene Silva disse que esse movimento realizado pelas unidades escolares surpreendeu pela qualidade dos trabalhos desenvolvidos durante as apresentações. “Foram três dias de intensas programações. A escola Eunice César abriu o evento na quarta-feira, com apresentações de danças, poesia e artes, ontem os alunos da escola Alino Ferreira apresentaram a chegada dos migrantes no Brasil e hoje os alunos da escola Abdala apresentaram uma coreografia de danças e ato ecológico, com o plantio de mudas. Todos os eventos surpreenderam pela qualidade do enredo e pelo entusiasmo das crianças, todos estão de parabéns”.
Já a professora Zilda Braga, que integra o Núcleo de Programas e Projetos, destacou a participação de todas as unidades escolares envolvidas nessa programação. “A comunidade escolar se uniu para celebrar a riqueza que o intercâmbio de vivências traz para as salas de aula, reforçando o compromisso do município com uma educação inclusiva, humanizada e garantidora de direitos humanos”.
A diretora da Escola Abdala José de Almeida, Helena Fernandes, agradeceu a participação de toda a comunidade escolar e disse que a todas as unidades envolvidas na programação, se dedicaram para a realização do evento na promoção da cultura de paz, fortalecendo ações voltadas ao respeito, à inclusão e ao acolhimento.
Símbolo de resiliência
Assim como o ipê suporta o inverno rigoroso, a seca extrema e o solo muitas vezes árido para depois florescer com uma força que impressiona, o migrante enfrenta a saudade, a distância e as barreiras culturais sem perder a sua essência. E para marcar o evento “Semeando o Futuro”, a comunidade escolar realizou um ato ecológico com o plantio de três mudas de ipê, representando o legado do projeto pedagógico e o compromisso com o futuro sustentável para a comunidade.
A secretária de Educação, Maria Fernanda Figueiredo, fez o plantio de uma muda e destacou que tanto o ipê quanto o migrante guardam suas raízes profundas na terra de origem, mas têm a capacidade extraordinária de se adaptar e embelezar qualquer solo onde decidem recomeçar. “Quando tudo parece seco e difícil, o ipê e o migrante mostram que a verdadeira força vem de dentro, transformando o recomeço em uma explosão de cores, vida e esperança”, completou.
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