Polícia
Polícia Civil recupera R$ 27 mil em celulares roubados e prende 16 pessoas por receptação em Várzea Grande
Polícia
A Polícia Civil deflagrou, nesta terça-feira (22.7), a Operação Blocksignal, que culminou na recuperação de R$ 27 mil em aparelhos celulares roubados e furtados em Várzea Grande. 16 pessoas foram presas em flagrante por receptação.
Um dos casos alvos de recuperação trata-se de um roubo majorado ocorrido no dia 1º de maio deste ano, em um posto no bairro Centro Sul, em Várzea Grande. Um assaltante chegou ao local com uma arma de fogo, rendeu os funcionários e subtraiu o dinheiro do caixa e seu aparelho celular.
Outro caso alvo de recuperação também trata-se de um roubo, ocorrido no dia 28 de abril deste ano, quando uma senhora caminhava em direção à sua residência no bairro Canelas. Ela foi rendida por um assaltante, que, sob grave ameaça com uma arma de fogo, subtraiu o aparelho celular da vítima.
Também foi recuperado um aparelho celular roubado no dia 10 de abril deste ano, no bairro São Simão, quando assaltantes pularam o muro da residência da vítima, arrombaram a janela e subtraíram, entre outros pertences, o celular, avaliado em R$ 1,6 mil.
Um aparelho furtado no dia 18 de junho deste ano também foi recuperado. Neste caso, a vítima foi furtada no ônibus e teve o celular subtraído de sua bolsa.
“A Delegacia de Roubos e Furtos de Várzea Grande combate com veemência a receptação de aparelhos celulares por entender que, enquanto o receptador se enriquece com o produto do crime, a vítima sofre prejuízo de toda ordem, haja vista que, atualmente, os aparelhos celulares não são apenas meios de comunicação, mas, em muitos casos, instrumento de trabalho”, disse a delegada Elaine Fernandes de Souza, titular da Derf-VG.
A delegada lembrou, ainda, que há inúmeros casos de vítimas que, após o furto dos aparelhos celulares, têm as suas contas bancárias invadidas e valores subtraídos, bem como dados pessoais acessados, e acabam sendo vítimas de extorsão.
Nessa terça-feira (22.7), além da recuperação de 20 celulares, foram presas e autuadas dezesseis pessoas pela prática de receptação.
Fonte: Policia Civil MT – MT
Polícia
Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri
Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.
Fonte: Ministério Público MT – MT
-
Polícia6 dias atrásMinistério Público busca aumento das penas do caso Zampieri
-
Esportes5 dias atrásFim da linha: Corinthians demite Fernando Diniz
-
Economia5 dias atrásAssembleia com futuros moradores do Residencial Jardim Califórnia foi realizada nesta quarta (7)
-
Esportes5 dias atrásCuiabá segura o Vila Nova em casa cheia e Tigrão perde a liderança da Série B
-
Polícia5 dias atrásRede de enfrentamento à violência doméstica completa quatro anos
-
Polícia Federal5 dias atrásDeputados avaliam resultados das eleições e projetam trabalhos
-
Cultura5 dias atrásCanadense Anne Carson vence Nobel de Literatura
-
Entretenimento6 dias atrásBruna Biancardi celebra 3 anos de Mavie com declaração emocionante: ‘Eu te amo’
