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Polícia Civil recupera escavadeira avaliada em mais de R$ 1 milhão furtada em Confresa

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A Polícia Civil recuperou uma escavadeira hidráulica avaliada em mais de R$ 1 milhão que havia sido furtada no município de Confresa. O maquinário foi localizado na região da balsa do rio Xingu, no município de São José do Xingu, e apreendido pelos policiais civis da unidade local.

O furto ocorreu na manhã do último domingo (10.5). Assim que tomou conhecimento do crime, a Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) de Confresa iniciou diligências investigativas e repassou informações estratégicas aos policiais civis de São José do Xingu, que conseguiram localizar e recuperar o equipamento pesado, no mesmo dia, antes que ele fosse levado para outro estado.

De acordo com as investigações preliminares, os criminosos utilizaram contrataram serviço de um caminhão prancha para a realização do frete, que seria feito do município de Confresa ao de Novo Progresso, no estado do Pará.

Para dar aparência de legalidade à ação criminosa, o suspeito realizou o pagamento antecipado de R$ 10 mil reais ao proprietário do caminhão, apresentou nota fiscal falsa e encaminhou, por meio do aplicativo conversa, a localização exata da escavadeira e o destino para onde ela deveria ser transportada.

Quando o motorista chegou ao local indicado para carregar a máquina, dois operadores já estavam presentes e realizaram o embarque da escavadeira no caminhão prancha, sem levantar suspeitas iniciais.

Após o compartilhamento das informações entre as unidades policiais, equipes da Delegacia de Polícia de São José do Xingu conseguiram interceptar o maquinário na região da balsa do rio Xingu, realizando a apreensão e condução do equipamento até a unidade policial.

A Polícia Civil dará continuidade às investigações para identificar todos os envolvidos na ação criminosa, incluindo os responsáveis pelo planejamento, execução do furto e tentativa de transporte interestadual do maquinário.

Após os procedimentos legais, a escavadeira será restituída ao legítimo proprietário.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri

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Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.

Fonte: Ministério Público MT – MT

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