Polícia

Polícia Civil recupera 22 celulares roubados em operação para combater receptação em Várzea Grande

Publicado em

Polícia

A Polícia Civil deflagrou, nessa quarta-feira (12.11), a Operação Off Signal, para combater o crime de receptação de aparelhos celulares roubados, ou furtados, em Várzea Grande. Ao todo, 21 pessoas foram autuadas por receptação e 22 celulares, avaliados em R$ 32 mil, foram recuperados.

Entre os aparelhos recuperados na operação, realizada pela Delegacia Especializada de Roubos e Furtos de Várzea Grande (Derf-VG), um foi roubado próximo ao Shopping de Várzea Grande, quando a vítima estava caminhando e foi abordada por dois homens em uma motocicleta. Um homem desceu do veículo, encostou uma arma de fogo no abdômen da vítima e ordenou que ela entregasse o aparelho.

Outro aparelho recuperado foi roubado de uma idosa, de 72 anos, em um ponto de ônibus no bairro Mapim. Ela foi rendida por dois homens armados, que levaram o aparelho celular.

Também foi recuperado o celular de uma vítima rendida próximo ao Trevo do Lagarto quando passava com sua motocicleta por um redutor de velocidade. Ela foi rendida por ladrões, que trafegavam em um veículo VW Gol, um deles armado com arma de fogo, que ordenou que ela entregasse seus pertences, entre eles o celular.

Uma das vítimas que também teve o celular recuperado nessa quarta-feira foi rendida quando chegava em casa, no bairro São Matheus, por dois homens armados, que levaram o aparelho celular e outros pertences.

A delegada Elaine Fernandes, da Derf-VG frisou a importância do combate à receptação, em especial de bens particulares, como celulares.

“É importante combater a receptação de aparelhos celulares, pois as vítimas não sofrem apenas o prejuízo material. O furto e o roubo de aparelhos celulares geram prejuízos de toda ordem, inclusive emocional”, afirmou a delegada.

Fonte: Policia Civil MT – MT

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

Polícia

Polícia Civil prende plantonista após paciente ser encontrado morto em clínica em Cuiabá

Publicados

em

A Polícia Civil efetuou, na manhã deste domingo (31.5), a prisão em flagrante de um homem, de 42 anos, plantonista de uma clínica localizada no bairro Jardim Primavera, em Cuiabá. Ele foi autuado pela prática dos crimes de homicídio qualificado e fraude processual, tendo como vítima o interno Alessandro Sidinei Braga, 38 anos.

A Delegacia Especializada de Homicídio e Proteção à Pessoa (DHPP) de Cuiabá foi acionada para atendimento de ocorrência inicialmente registrada como suicídio por enforcamento. No local, os investigadores encontraram a vítima já sem vida, com marcas de corda no pescoço.

O preso, único responsável pelo plantão noturno da ala que abriga mais 42 internos, apresentou a versão de que Alessandro teria se enforcado na janela do quarto. Todavia, após a chegada da perícia técnica, constataram-se inconsistências entre os vestígios materiais e a narrativa apresentada.

Diante das contradições, a equipe policial intensificou as entrevistas no local e ouviu internos e funcionários, levantamento que resultou na voz de prisão ao suspeito.

Em seu interrogatório, ele confessou ter forjado a cena do crime e admitiu que solicitou a uma testemunha, também interno e aparente funcionário, que confirmasse a falsa narrativa. A testemunha, por sua vez, negou a versão e manifestou temor por sua integridade física, receando represálias do autor.

Com base nas entrevistas, na confissão da fraude e na preliminar das periciais, a Polícia Civil chegou à provável dinâmica dos fatos.

Durante a madrugada do domingo (31.05), o investigado, (apura-se ainda se teve ajuda de alguém) conteve a vítima, que estava alterada, mediante aplicação de um golpe “mata-leão” ou até mesmo com a corda levada para amarrá-la, e depois a amarrou com os braços para trás.

Após a contenção, trancou Alessandro no quarto com outros internos e não mais retornou para verificar seu estado, encontrando-o morto somente pela manhã.

Em sede policial, chegou-se à conclusão preliminar de que o próprio plantonista foi o provável autor direto do enforcamento que vitimou Alessandro, utilizando a corda que estava sob seu domínio exclusivo.

Em linha subsidiária, ainda que não tenha executado diretamente a ação de apertar o laço, o investigado, na qualidade de garantidor da integridade do interno (art. 13, §2º, do Código Penal), assumiu o risco do resultado morte ao abandonar a vítima completamente imobilizada e indefesa.

“Aguarda-se, agora, a conclusão dos laudos periciais definitivos, em especial os exames de necropsia, local e local de crime, para que se possa confirmar ou até melhorar a dinâmica dos acontecimentos, bem como estabelecer, com maior precisão técnica, o exato mecanismo do óbito e a efetiva participação do autuado, e até outros envolvidos, na consumação do homicídio”, afirmou o delegado Michael Paes.

O autuado foi conduzido à DHPP, onde foi lavrado o Auto de Prisão em Flagrante pelos crimes de homicídio doloso consumado (art. 121, caput, do CP) e fraude processual (art. 347, parágrafo único, do CP).

A autoridade policial representou pela conversão da prisão em flagrante em prisão preventiva, considerando a gravidade concreta da conduta e o risco de obstrução da instrução criminal, evidenciado pela tentativa de forjar o suicídio e coagir testemunhas.

O inquérito policial segue em andamento para a completa elucidação dos fatos, sendo que as investigações prosseguem, inclusive para apurar a possível participação de terceiros.

Fonte: Policia Civil MT – MT

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

POLÍTICA

POLÍCIA

ESPORTES

ENTRETENIMENTO

MAIS LIDAS DA SEMANA