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Polícia Civil prende trio em flagrante por furto e receptação qualificada em Várzea Grande

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A Polícia Civil prendeu três pessoas pelo envolvimento em crime de furto qualificado e receptação praticados em estabelecimento comercial, em Várzea Grande. A prisão foi realizada, nessa quinta-feira (19.3), pela Delegacia Especializada de Roubos e Furtos de Várzea Grande (Derf-VG).

A ação teve início quando os investigadores da unidade identificaram imagens de dois suspeitos subtraindo uma ferramenta profissional avaliada em aproximadamente R$ 2,5 mil de uma loja da cidade.


Segundo o delegado da Derf-VG, Marcio Portela, a dupla teria atuado de forma coordenada. “Enquanto um ocultava o produto em uma sacola, o outro aguardava para receber o bem, em seguida, ambos fugiram em uma motocicleta”, explicou o delegado sobre a dinâmica criminosa.

Com o andamento das diligências, os suspeitos foram localizados, em Cuiabá, ainda portando as mesmas roupas usadas durante o crime. Ao serem abordados, ambos confessaram a autoria do furto e conduziram a equipe até o local onde haviam vendido o produto furtado, levando à prisão de um terceiro envolvido, responsável por adquirir os bens em seu estabelecimento comercial.

Foram apreendidos os objetos furtados, a motocicleta usada na fuga, aparelhos celulares e dinheiro em espécie.

A dupla foi detida e conduzida até a Derf-VG, onde foram lavrados os autos de prisão em flagrante, devendo responder pelo crime de furto.

O homem que adquiriu o produto, também foi conduzido até a delegacia, onde também foi lavrado flagrante pelo crime de receptação.

Após os procedimentos legais cabíveis, o trio foi colocado à disposição da Justiça.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri

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Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.

Fonte: Ministério Público MT – MT

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