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Polícia Civil prende sete pessoas em operação para inibir caça ilegal em Ribeirão Cascalheira

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A Polícia Civil, por meio da Delegacia de Ribeirão Cascalheira, deflagrou, nesse domingo (13.7), a Operação Primorosa, para inibir a caça ilegal noturna na cidade. A ação resultou na prisão de sete pessoas por crimes de trânsito e porte ilegal de arma de fogo.

A operação ocorreu durante o fim de semana de lua cheia, período em que, segundo o delegado Diogo Jobane, a prática ilegal da caça noturna costuma se intensificar em áreas rurais da região de Ribeirão Cascalheira.

As equipes policiais montaram barreiras na Curva da Macaca, ponto que dá acesso ao Assentamento Primoroso, à comunidade Piabanha e ao Rio das Mortes, áreas frequentemente usadas como rotas clandestinas por caçadores e infratores ambientais.

Durante a fiscalização, quatro motoristas foram flagrados dirigindo sob efeito de álcool, um deles com índice de 1.2 miligramas por litro no etilômetro, quase quatro vezes acima do permitido por lei.

Também foram presos três homens por porte ilegal de arma de fogo. Dois dos detidos, um de Querência e outro de Ribeirão Cascalheira, estavam com armas mesmo tendo apenas o registro de posse, o que não autoriza o transporte fora do ambiente residencial.

Um terceiro suspeito, que possuía porte legal, foi surpreendido com um revólver calibre .357 em desacordo com as regras previstas: a arma estava carregada, com munições no mesmo compartimento e fora do horário e trajeto autorizados pela guia de tráfego.

“Esse tipo de operação precisa ser intensificada em datas como essa, quando muitos se aproveitam da claridade da lua cheia para caçar ilegalmente, colocando em risco tanto o meio ambiente quanto a segurança da população”, destacou o delegado Jobane.

Todos os envolvidos foram levados à Delegacia de Polícia Civil de Ribeirão Cascalheira e responderão criminalmente pelos atos praticados. A Polícia Civil continua monitorando a região.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Saúde mental de servidores do sistema prisional é debatida em reunião

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O Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT) participou de uma reunião interinstitucional no Tribunal Regional do Trabalho de Mato Grosso (TRT/MT) voltada à discussão das condições de trabalho, da saúde mental e da valorização dos profissionais que atuam no sistema prisional mato-grossense. Representando a instituição, a procuradora de Justiça Josane Fátima de Carvalho Guariente destacou a necessidade de ampliar o olhar das instituições para o bem-estar dos servidores, diante dos elevados índices de adoecimento registrados na categoria.Durante o encontro, realizado na sexta-feira, 09/10, a procuradora de Justiça ressaltou que a valorização dos trabalhadores do sistema penitenciário é fundamental para o fortalecimento das políticas públicas voltadas à execução penal. Segundo dados apresentados na reunião, 80% dos afastamentos por motivos de saúde registrados entre esses profissionais em 2025 estão relacionados ao sofrimento psíquico. “É muito importante que todas as instituições voltem um olhar para perceber o quanto esse servidor necessita ser valorizado”, afirmou Josane Guariente.Conduzida pelo presidente do TRT/MT, desembargador Aguimar Peixoto. Também participaram das discussões o secretário de Estado de Justiça, Valter Furtado Filho, o coordenador do Grupo de Monitoramento e Fiscalização do Sistema Carcerário (GMF), juiz Geraldo Fidelis Neto, representantes sindicais e gestores ligados à política prisional.O objetivo da reunião foi ampliar a participação dos profissionais que atuam diretamente nas unidades prisionais nas discussões e ações previstas pelo Plano Pena Justa. Iniciativa nacional coordenada pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública, com o objetivo de promover melhorias estruturais e institucionais no sistema prisional brasileiro, incluindo ações voltadas à valorização dos profissionais que atuam nas unidades penais.A pauta contemplou as demandas de policiais penais e de outros profissionais essenciais ao funcionamento do sistema, como psicólogos, médicos, dentistas e psiquiatras. Como encaminhamento, foi definida a realização de uma audiência pública para aprofundar o debate sobre saúde, condições de trabalho e valorização dos servidores do sistema prisional. A expectativa é que o evento ocorra em dezembro, reunindo instituições e profissionais envolvidos na temática.Informações: TRT-MT

Fonte: Ministério Público MT – MT

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