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Polícia Civil prende homem em flagrante por tráfico de drogas em Itaúba

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Um homem investigado por envolvimento com o tráfico de drogas no município de Itaúba (600 km ao norte de Cuiabá), foi preso em flagrante pela Polícia Civil, no final da tarde de domingo (28.9).

Na ação realizada pela equipe da Delegacia de Itaúba para cumprimento de mandado de busca e apreensão domiciliar, o suspeito, 28 anos, foi autuado pelo crime de tráfico de drogas.


Durante investigação visando desarticular pontos de venda de drogas, os policiais civis identificaram um endereço no bairro Cidade Alta com indícios de ponto de tráfico.

Com base nas investigações e evidências de prática criminosa a Polícia Civil representou pelo pedido de busca e apreensão domiciliar, que foi deferido pela Justiça.

Com o mandado judicial a equipe foi até a residência, e durante busca foram localizados porções de pasta base de cocaína, dinheiro, uma balança de precisão e diversas embalagens plásticas usadas para acondicionar os entorpecentes.

Os materiais estavam escondidos em uma caixa de produtos de cabelo e enrolados em um saco plástico, dentro de um compartimento próximo ao padrão de energia da residência.

Diante do flagrante, o suspeito, de 28 anos, foi conduzido à Delegacia de Polícia onde foi interrogado e atuado pelo crime de tráfico de drogas. Após a confecção dos autos, o preso foi colocado à disposição da Justiça.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri

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Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.

Fonte: Ministério Público MT – MT

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