Polícia
Polícia Civil prende homem condenado por violência doméstica em Arenápolis
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Um homem condenado pela prática de violência doméstica teve o mandado de prisão preventiva cumprido pela Polícia Civil, neste sábado (23.5), em ação realizada pelos policiais da Delegacia de Arenápolis.
O procurado, de 42 anos, estava com mandado de prisão por sentença transitada em julgado pela Vara Única de Arenápolis, pelo crime de lesão corporal, em razão do sexo feminino no âmbito da violência doméstica e familiar.
Assim que tomou conhecimento do mandado de prisão em aberto, os policiais de Arenápolis iniciaram as diligências para localização do foragido, recebendo informações de que ele estaria no município de Nortelândia.
Uma equipe policial se deslocou até o município, onde localizou o suspeito e deu efetivo cumprimento ao mandado de prisão. Ele foi conduzido à Delegacia de Polícia para as providências cabíveis, sendo posteriormente colocado à disposição da Justiça.
Em sete dias, três pessoas consideradas foragidas da Justiça tiveram ordens judiciais cumpridas, demonstrando o trabalho contínuo de enfrentamento à criminalidade e de proteção às vítimas.
O delegado de Arenápolis, César Caio, destacou que a unidade segue empenhada em garantir a efetividade das ordens judiciais em aberto e em proporcionar maior segurança à comunidade.
“A atuação reforça o compromisso da Polícia Civil com a responsabilização de autores de crimes e a promoção da segurança da população, especialmente no combate à violência praticada no âmbito familiar”, destacou o delegado.
Fonte: Policia Civil MT – MT
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Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri
Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.
Fonte: Ministério Público MT – MT
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