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Polícia Civil prende condenado por furto em supermercado de Pontal do Araguaia

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A Polícia Civil, por meio da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) de Barra do Garças, prendeu, nesta sexta-feira (3.10), um homem, de 21 anos, condenado por um furto a um mercado em Pontal do Araguaia.

O crime ocorreu em março deste ano, quando três homens arrombaram a porta do mercado e furtaram R$ 7 mil, que estavam guardados em um cofre.

Na época dos fatos, a equipe da delegacia especializada identificou os envolvidos no furto e a autoridade policial representou pelos mandados de prisões dos três.

O jovem preso hoje estava respondendo pelo crime em liberdade, mas com uso de tornozeleira eletrônica como medida cautelar. Os outros dois, um segue preso e um está foragido.

Nessa quinta-feira (2), foi realizada a audiência de instrução e julgamento do caso e o jovem de 21 anos não compareceu. Diante da ausência, o juiz sentenciou dois dos três envolvidos a dois anos de prisão e expediu o mandado de prisão preventiva em desfavor da dupla.

Com a ordem judicial, na tarde desta sexta-feira (3), os investigadores da Derf Barra do Garças localizaram o condenado que estava respondendo em liberdade e cumpriram o mandado de prisão. Ele alegou que não compareceu ao tribunal por questões de trabalho.

A prisão foi comunicada ao juiz da Segunda Vara Criminal e o suspeito foi encaminhado à cadeia pública, onde permanecerá à disposição da Justiça.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri

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Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.

Fonte: Ministério Público MT – MT

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