Polícia
Polícia Civil prende cinco suspeitos por furto e receptação contra moradora de Canarana
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A Polícia Civil de Mato Grosso prendeu, nesta terça-feira (5.5), cinco homens suspeitos de envolvimento em crimes de furto e receptação praticados no município de Canarana.
A prisão ocorreu horas após o crime, em decorrência de uma ação investigativa realizada pela equipe da Delegacia de Canarana.
Segundo o relato da vítima, ela retornou para casa, encontrou o imóvel arrombado e constatou a subtração de vários objetos, como uma máquina de solda, um botijão de gás, uma caixa de som e uma ferramenta elétrica.
Diante das informações, a equipe policial iniciou as investigações e conseguiu identificar o suspeito do furto, que foi abordado, confessou o crime e indicou para quem havia repassado os objetos subtraídos. Outras quatro pessoas foram detidas pelo crime de receptação.
Um dos objetos foi entregue espontaneamente por familiar de um dos suspeitos. “Esse resultado demonstrou a efetividade da atuação policial e a rápida resposta à população de Canarana”, destacou o delegado Diogo Jobane.
O delegado salientou ainda as recentes alterações legislativas, que passaram a considerar o crime de receptação como inafiançável. “Destacamos a atuação policial da equipe, que reforça o combate à cadeia criminosa que sustenta os furtos e roubos na região”, frisou o delegado.
Fonte: Policia Civil MT – MT
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Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri
Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.
Fonte: Ministério Público MT – MT
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