Polícia
Polícia Civil prende 2 homens por executar e jogar corpo de jovem no rio em Sorriso
Polícia
A Polícia Civil prendeu nesta terça-feira (2.9), dois integrantes de uma facção criminosa instalada em Sorriso (420 km ao norte de Cuiabá), que participaram da execução do jovem, Gabriel Feitosa Silva, de 24 anos, desaparecido desde domingo (31.8).
Os suspeitos, de 21 e 26 anos, assumiram os crimes e foram autuados em flagrante por sequestro e cárcere privado, homicídio, ocultação de cadáver e promover ou constituir organização criminosa.
O corpo da vítima, Gabriel Feitosa Silva, foi encontrado nesta terça-feira (2). A equipe de mergulhadores do Corpo de Bombeiro foi acionada para dar apoio e retirar o cadáver que estava no rio, submerso com uma corda amarrada ao pescoço e presa a um bloco de concreto.
A motocicleta da vítima também foi encontrada dentro da água, próximo ao corpo. Tanto o veículo como o corpo de Gabriel foram jogados pelos criminosos da ponte do rio Lira, em Sorriso.
As diligências iniciaram após a comunicação de desaparecimento de pessoa na tarde de domingo (31.8), ocasião em que os policiais civil identificaram uma mulher, de 29 anos, a qual estava com a vítima antes do seu desaparecimento.
Durante entrevista a testemunha relatou que estava na cidade de Sorriso e passou a noite de sábado na companhia de Gabriel. Já no domingo ambos foram até um bar no bairro Morada do Bosque para comprar drogas, e ao chegarem foram até uma mesa onde estavam sete pessoas.
O grupo era formado por cinco homens, uma mulher e o seu filho de 12 anos, passaram a inquirir Gabriel e ao visualizarem o seu aparelho celular, viram fotos de pessoas que diziam serem integrantes de facção rival.
Em seguida a testemunha que estava com a vítima foi levada pelo grupo para um cômodo dentro do bar. Quando retornou a testemunha foi informada que Gabriel havia sido levado.
Diante das informações, os investigadores conseguiram localizar o primeiro envolvido, de 26 anos, no bairro Morada do Bosque. Ele tentou reagir na abordagem quebrando seu aparelho celular. Após ser contido confessou a participação no crime relatando com detalhes como a vítima havia sido executada.
Em seguida o segundo suspeito de 21 anos foi preso, e também assumiu a participação no homicídio. Eles relataram que Gabriel havia sido levado para uma área de mata onde foi morta enforcada com uso de uma corda, bem como indicaram o local da execução.
Depois de assassinado, o corpo de Gabriel foi jogado na ponte do rio Lira, no mesmo local em que jogaram a motocicleta também. Diante das confissões o Corpo de Bombeiros Militar foi acionado e localizou no fundo do rio a motocicleta e o corpo da vítima, submerso com uma corda amarrada ao pescoço presa a um bloco de concreto.
Ato contínuo a dupla foi conduzida para a Delegacia de Sorriso, interrogada e autuada em flagrante delito.
As investigações continuam visando localizar os outros participantes do crime.
Fonte: Policia Civil MT – MT
Polícia
Candidatos trocam acusações, ironias e até citam “fundão milionário” em debate ao Governo
O debate entre os candidatos ao Governo de Mato Grosso, realizado nesta terça-feira (1º) pela TV Vila Real, foi marcado por troca de acusações, ironias e confrontos diretos entre os seis postulantes ao Palácio Paiaguás. Com liberdade para escolher os adversários e os temas das perguntas, os candidatos aproveitaram o espaço para elevar o tom da disputa.
O governador e candidato à reeleição Otaviano Pivetta (Republicanos), o senador Wellington Fagundes (PL) e a médica Natasha Slhessarenko (PSD) estiveram entre os principais alvos, mas os candidatos de partidos menores também buscaram espaço no confronto.
Um dos embates envolveu o candidato Rafaell Millas (Missão) e Wellington. Millas questionou o senador sobre as operações Sanguessuga, Ararath e Atlântida. Wellington respondeu reafirmando sua inocência e partiu para o ataque, chamando Millas de “candidato de aluguel” e insinuando que ele teria simpatia pela candidatura de Pivetta. O representante do Missão reagiu com ironia e voltou a chamar o senador de “melancia”, apelido que adversários passaram a usar contra Wellington.
Sargento Laudicério (Agir) também elevou o tom ao confrontar Pivetta sobre violência contra a mulher. O candidato resgatou um caso de agressão envolvendo o governador e questionou quais medidas o Estado adotaria para impedir que mulheres vítimas de violência retornassem aos agressores por dependência financeira.
Pivetta respondeu citando a ampliação das delegacias especializadas de proteção à mulher durante sua gestão, mas Laudicério considerou a resposta insuficiente e insistiu em uma posição mais incisiva do governador.
Natasha também direcionou uma pergunta a Pivetta e o questionou sobre a possibilidade de criar uma espécie de Lei da Ficha Limpa para impedir que pessoas com histórico de agressão contra mulheres possam ocupar cargos públicos. O governador concordou com a proposta e afirmou que o Estado pode avançar nas políticas de proteção às mulheres.
A disputa pelo chamado fundão eleitoral também entrou no debate. Maurício Coelho (Mobiliza) questionou Laudicério sobre a concentração de recursos nas campanhas dos principais candidatos, citando Natasha, Pivetta e Wellington. Sem grandes recursos partidários, o candidato do Agir aproveitou para pedir doações e afirmou que faz uma campanha “voto a voto” nas ruas.
Maurício também confrontou Natasha sobre sua proposta de cashback na cesta básica. A candidata rebateu, acusando o adversário de fazer perguntas mal-intencionadas e lembrando que partidos maiores possuem mais recursos justamente por causa da estrutura das legendas. No contra-ataque, Natasha ainda afirmou que Maurício deveria dar explicações sobre questionamentos envolvendo seu nome.
Outro momento de tensão ocorreu quando Wellington voltou a defender sua trajetória política e aproveitou para atacar a gestão estadual. Ao falar sobre educação, o senador afirmou que ajudou a melhorar os índices do Estado e citou supostas irregularidades, como denúncias de superfaturamento na compra de livros. Pivetta reagiu defendendo os avanços conquistados pela atual administração.
Natasha, por sua vez, buscou apresentar propostas ligadas à industrialização e à redução da desigualdade. A candidata defendeu agregar valor à produção de Mato Grosso e citou setores como algodão, ouro e couro, além de chamar atenção para a população em situação de vulnerabilidade social.
O bloco ainda teve espaço para ataques envolvendo supostos casos de corrupção e antigos episódios da vida política dos candidatos. Pivetta e Wellington protagonizaram novos confrontos e mantiveram o tom mais agressivo do debate, enquanto os demais concorrentes tentaram aproveitar a exposição para se apresentar como alternativas aos dois principais nomes da disputa.
Com seis candidatos frente a frente, o segundo bloco deixou claro que, além das propostas de governo, a campanha eleitoral deve ser marcada também pelo resgate de episódios do passado, acusações pessoais e uma disputa intensa por espaço entre os concorrentes.
-
Entretenimento6 dias atrásGil Coelho se emociona ao segurar a filha pela primeira vez: ‘Dentro de mim desabou’
-
Polícia6 dias atrásVárzea Grande amplia obras de infraestrutura e avança em novas ruas dos bairros Paiaguás e Nova Fronteira
-
Esportes7 dias atrásCruzeiro e Atlético-MG empatam no Mineirão e deixam vaga na semifinal em aberto
-
Esportes7 dias atrásPalmeiras fecha preparação para clássico com o Santos pelas quartas da Copa do Brasil
-
Agricultura6 dias atrásSafra chega a 705 milhões de toneladas com avanço do etanol e recuo do açúcar
-
Esportes7 dias atrásNeymar é relacionado pelo Santos para clássico contra o Palmeiras pela Copa do Brasil
-
Entretenimento6 dias atrásAna Paula Siebert acompanha Roberto Justus para a Shanghai e mostra detalhes
-
Polícia7 dias atrásAlunos da rede municipal aprendem sobre preservação ambiental em palestras e exposição de animais silvestres
